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  30/12/2010
Ano

Termina com uma lágrima furtiva, um sorriso de canto, cabeça recostada. Das redes sociais, denso, mas impalpável. Um ano estrangulado que fugiu pelas beiras.

Dualista, ano de crescimento no trabalho, de escalar a árvore, de novos amigos, de amar os antigos, novas empreitadas. De conhecer a Rússia.

Este ríspido ano termina assim, sentado em minha mesa, na empresa com a qual sempre sonhei, vendo clipes de músicas ou trechos de shows. Com poucas palavras, muitas vontades, novos sonhos. Toda aquela insegurança.

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