Nas duas últimas semanas eu fui ao estádio de futebol pela primeira vez para ver um jogo, comi canole na Moóca, fui à Festa do Ano Novo Chinês na Liberdade, comi na Bakery Itiriki - viva a aldeia global - e tomei a soda mais divertida do mundo.
Recebi um convite para a inauguração da exposição “Corpo Humano: Real e Fascinante”, com os corpos plastinados do Dr. Gunther von Hagens e a polêmica sobre a origem deles.
Ganhei um “braço-direito” no trabalho, a Mayara, leiga em internet e ganhando mais que eu (pra variar. Deus salve o RH e tudo mais no iG). Bom tê-la no time.
Assumi, depois de um e-mail oportuno, que a Tati é mesmo incrível, é A pessoa da arquitetura, e que vivemos nossas adolescências muito bem, com dores e delícias e excessos e faltas.
Aprendi sobre o “nouvelle manga”, experimentei pitaia, tive ciúmes, medo, raiva. Chorei. Mas ri muito. Cansei, dormi pouco, perdi a hora, andei menos de bicicleta, quase não desci do carro. Tomei chuva. Ah, chuva...E conversei sentado na sacada de casa, pra qual comprei cadeiras novas. Sou repetitivo e medroso. Engano bem.
Feliz.
Ansiedade para o meu aniversário e não trabalho no carnaval. "Não me diga mais quem é você..."
15 de fev. de 2007
9 de fev. de 2007
Everyone needs a friend sometimes...
Porque ela me ensinou que amizade não é sufoco e silêncios podem ser cúmplices, não constrangedores. Porque ela é linda, lá e cá.
“Eu do interior, ela da casa com terracinho em cima da garagem, tudo junto em uma sala de aula de faculdade. Ali, ela "vinha sem muita conversa, sem muito explicar". A cara era séria, a fama de estudiosa, as turmas distintas. Mas na fina ironia da vida, fomos classificados na Seleção Natural e nos descobrimos amigos. O riso é fácil, a inteligência verídica. Mc Fountains é companheiGra de trabalho, de TCC, de comidinhas, de conversas das mais diversas, de loft, de vida. Sugiro a todos que consigam acompanhar o fantástico mundo Rock & Roll hype vintage hypercool da Fê que compartilhem, um instante que seja, da magnitude inebriante que é fazer parte disso tudo. Se ela abrir a porta, é claro. Porque quando ela deixar entrar, "old habits die hard"...
Te amo!
Beijo”
...to wake you up and sing the lullabies.
“Eu do interior, ela da casa com terracinho em cima da garagem, tudo junto em uma sala de aula de faculdade. Ali, ela "vinha sem muita conversa, sem muito explicar". A cara era séria, a fama de estudiosa, as turmas distintas. Mas na fina ironia da vida, fomos classificados na Seleção Natural e nos descobrimos amigos. O riso é fácil, a inteligência verídica. Mc Fountains é companheiGra de trabalho, de TCC, de comidinhas, de conversas das mais diversas, de loft, de vida. Sugiro a todos que consigam acompanhar o fantástico mundo Rock & Roll hype vintage hypercool da Fê que compartilhem, um instante que seja, da magnitude inebriante que é fazer parte disso tudo. Se ela abrir a porta, é claro. Porque quando ela deixar entrar, "old habits die hard"...
Te amo!
Beijo”
...to wake you up and sing the lullabies.
8 de fev. de 2007
Troca de roupa
Nunca fui um menino antenado em tendências eletrônicas, muito menos em internet (e quem falava em protagonismo?). Acho que a criação do Água de Tomate foi uma mistura de terapia com uma vontade disfarçada de inclusão social, de aparecer, me projetar. Quase cinco anos depois, ainda não sei bem; tampouco qual a “linha editorial” dele.
O que interessa é que ele sempre teve o mesmo layout, padrão do blogger (bem ao contrário do dono), que depois migrou pro blogspot e agora voltou pro blogger. Mas em 2007, o ano da sinceridade, ganhou roupa nova!
Essa cara é um “briefing” de Lucasof com arte do menino-prodígio da web 2.0, Caio Caprioli (ele afirma que não tem ligação alguma com empresa de ônibus). Obrigado, pequeno menino emo.
Quem gostou levanta a mão. Quem não, clica ali nos favoritos e muda de página.
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Pesquisa: o blog abriu certo para vocês ou desconfigurado?
O que interessa é que ele sempre teve o mesmo layout, padrão do blogger (bem ao contrário do dono), que depois migrou pro blogspot e agora voltou pro blogger. Mas em 2007, o ano da sinceridade, ganhou roupa nova!
Essa cara é um “briefing” de Lucasof com arte do menino-prodígio da web 2.0, Caio Caprioli (ele afirma que não tem ligação alguma com empresa de ônibus). Obrigado, pequeno menino emo.
Quem gostou levanta a mão. Quem não, clica ali nos favoritos e muda de página.
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Pesquisa: o blog abriu certo para vocês ou desconfigurado?
7 de fev. de 2007
Ordinário
Sou um jornalista covarde e frustrado.
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Os amores da minha vida, quando não têm nomes em comum, fazem arquitetura.
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Os amores da minha vida, quando não têm nomes em comum, fazem arquitetura.
28 de jan. de 2007
Nota do editor
Lucasof pede para avisar que, assume, sentiu um certo êxtase quando Patrícia Carta o chamou pelo seu nome de batismo depois de alguns pigarros, Maria Prata passou a mão em seus poucos cabelos e Daniela Falcão gentilmente dividiu um sanduíche da Payard com ele.
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Michell Zappa, do Trendwatching, recomendou Sampaist. Desculpa se somos trendy super ultra mega hype cool fashionistas de sucesso. Clique aqui para ler.
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Michell Zappa, do Trendwatching, recomendou Sampaist. Desculpa se somos trendy super ultra mega hype cool fashionistas de sucesso. Clique aqui para ler.
27 de jan. de 2007
Moda é um porre de legal
Lucasof está vivendo no filme O Diabo Veste Prada e volta logo mais, se sobreviver.
Fashionistas querem sua cabeça leiga.
www.spfw.blig.com.br
Fashionistas querem sua cabeça leiga.
www.spfw.blig.com.br
16 de jan. de 2007
A cratera
Da janela ainda se enxerga o guindaste, uma amarela libélula sem asas, agora amarrada a quatro fios. E durma com o barulho de dois helicópteros bem ao lado de sua casa.
Moro no clitóris do buraco do metrô.
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No caminho para o buraco (que não em Kandahar):
Ela no banco do motorista, ele, de kipa, descendo do carro:
- Mas eu nunca soube que você lia Playboy e era ligado nessas coisas, ué! Não posso achar estranho e ficar brava?
- Ah, claro, você queria que eu tivesse me apresentado e dito "oi, sou fulano, gostei de você e leio Playboy".
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Na borda do buraco:
- Vem com um helicóptero e puxa tudo lá de baixo!
- Mas um helicóptero assim só na Rússia...
- Moço, meu marido pode estar lá, você acha que isso é hora de brincadeira?
- Quem aqui está brincando, minha senhora? Em São Paulo e, acho eu, no Brasil inteiro não tem um helicóptero desse porte! Ele é Russo, mesmo. E estamos fazendo todo o possível. Melhor demorar do que desabar ainda mais.
Moro no clitóris do buraco do metrô.
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No caminho para o buraco (que não em Kandahar):
Ela no banco do motorista, ele, de kipa, descendo do carro:
- Mas eu nunca soube que você lia Playboy e era ligado nessas coisas, ué! Não posso achar estranho e ficar brava?
- Ah, claro, você queria que eu tivesse me apresentado e dito "oi, sou fulano, gostei de você e leio Playboy".
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Na borda do buraco:
- Vem com um helicóptero e puxa tudo lá de baixo!
- Mas um helicóptero assim só na Rússia...
- Moço, meu marido pode estar lá, você acha que isso é hora de brincadeira?
- Quem aqui está brincando, minha senhora? Em São Paulo e, acho eu, no Brasil inteiro não tem um helicóptero desse porte! Ele é Russo, mesmo. E estamos fazendo todo o possível. Melhor demorar do que desabar ainda mais.
15 de jan. de 2007
Little darling, it's been a long cold lonely winter...
Capotei em 2007 achando que as primeiras semanas estavam me dando todo o material para provar que os astros não são de nada.
Coisas atravancadas no trabalho, sufoco, e logo ali, do ladinho, "lips sweet surprise". Tudo invertido com relação ao ano passado. Seria a colheita do tanto de sementes que atirei terra afora. Depois de tanta água na boca, já era possível sentir um sabor agradável...
Sim, claro. Até hoje, que o trabalhou mostrou que aquilo tuda era apenas um teste de competência, amostra dos novos desafios. Tudo deslanchou, fluiu. E ainda pude passar um fim de semana como sempre sonhei, brincando de repórter. Hard news, para um menino de modismos num mundo que tanto gosta deles.
No mais, adivinhem. O espírito tranca rua - ou tranca rola, como diria a Quel - voltou a se apoderar do meu corpo. Foi um desmanchar rápido, dolorido. Mas eficaz, ao que tudo indica. Uma mordida de realidade para retomar as diretrizes. Ainda me resta a olhada de canto de olho.
Citando Bean, não tem mais glamour em Kansas. Para piorar, minha fé ficou abalada com a prisão da Bispa Sônia, e nem acompanhar o Kaká em seu jejum e vigília eu pude.
A semana para Aquário: Marte cria dúvidas no amor. Traz à tona recordações muito antigas que determinaram certa rigidez nos seus padrões de comportamento. Se não fugir das lembranças pode perceber de onde vem essa mania de brigar...
Volta, Plutão.
Coisas atravancadas no trabalho, sufoco, e logo ali, do ladinho, "lips sweet surprise". Tudo invertido com relação ao ano passado. Seria a colheita do tanto de sementes que atirei terra afora. Depois de tanta água na boca, já era possível sentir um sabor agradável...
Sim, claro. Até hoje, que o trabalhou mostrou que aquilo tuda era apenas um teste de competência, amostra dos novos desafios. Tudo deslanchou, fluiu. E ainda pude passar um fim de semana como sempre sonhei, brincando de repórter. Hard news, para um menino de modismos num mundo que tanto gosta deles.
No mais, adivinhem. O espírito tranca rua - ou tranca rola, como diria a Quel - voltou a se apoderar do meu corpo. Foi um desmanchar rápido, dolorido. Mas eficaz, ao que tudo indica. Uma mordida de realidade para retomar as diretrizes. Ainda me resta a olhada de canto de olho.
Citando Bean, não tem mais glamour em Kansas. Para piorar, minha fé ficou abalada com a prisão da Bispa Sônia, e nem acompanhar o Kaká em seu jejum e vigília eu pude.
A semana para Aquário: Marte cria dúvidas no amor. Traz à tona recordações muito antigas que determinaram certa rigidez nos seus padrões de comportamento. Se não fugir das lembranças pode perceber de onde vem essa mania de brigar...
Volta, Plutão.
31 de dez. de 2006
Retrospectiva Água de Tomate 2006
Nos primeiros ventos do ano em que o mundo perdeu Robert Altman, Sivuca e James Brown e Saddan Hussein e Pinochet perderam o mundo, et altri, meu irmão se atirou no sagrado matrimônio. Depois, o Brasil mandou seu primeiro astronauta para plantar feijão no espaço e meus dias foram jogar xadrez tirando bombons sortidos de uma caixa.
Tempos de provar competência, consolidar amizades, pensar em caminhos, definir prioridades, assumir vontades. Foi rápido demais e rendeu como se fossem décadas...
Completo e imperfeito
Passar o ano sem um grande amor pode resultar em uma sobriedade imensa para outras coisas, fazer a vida fluir, focar no profissional, mas fica sempre uma sensação de que falta algo. Falta um cafuné com minhas ranhetices ao fim do dia. Ainda assim os meses foram um grande semear para 2007 e a "ausência assimilada ninguém rouba mais de mim".
Thanks for the joy that you've given me
No peneirar de pessoas que cruzaram meu caminho, foi gratificante ver que ficaram algumas muito queridas. Amigos de uma vida toda com votos renovados; não tão antigos, mas sinceros, me confortando nas horas chatas, me dando um tapa na cara quando precisei acordar, sempre lado a lado. Gente nova que vai chegando, seja via Sampaist, via bancada laranja ou pelas calçadas do mundo, e que promete muito.
Andando por entre os becos
Graduado, enfim! Quanto nervosismo ao esperar que anunciassem que meu (nosso, viva os quatro do Minhocão!) trabalho de conclusão de curso havia sido aprovado. Depois, a festa de formatura, lavar a alma, valsar com a mãe, abraçar os amigos - agora companheiros de profissão - e fazer juras impossíveis.
O microcosmo laranja
Como bem alertaram os astros, nos quais não acredito, mas que acreditam em mim, esse foi um ano profiGssional. De estagiário que era em agosto de 2005, passei a repórter, editor de um site, dois, três, de um futuro mega canal, ... Muita responsabilidade, tempo de pensar em rumos, descobrir, ler, estudar, levar a sério. E me encantar, porque não? É da bancada laranja do iG que termino essas linhas, às 15h39 do dia 31 de dezembro...
É de quem faz
Quantas realizações, alegrias, empenho, trabalho, surpresas e grandes pessoas me trouxe o Sampaist! Que o próximo ano seja ainda melhor e, de novo, obrigado ao Lemp Justus e os demais Ticos sangue-beat que fazem aquilo acontecer.
Buscapé
Conviver em família é acelerar numa rua de paralelepípedo com pneu careca. Resolve-se um problema, criam-se outros. A manutenção do amor, o apertar dos laços e desfazer os nós. Ainda assim, nada melhor. Ter braços nos quais aconchegar-se, aninhar-se, sentir-se pequeno e acolhido por um preço módico.
De Sideshow Bob para máquina dois
A vivida cabeleira étnica recebeu uma tosa radical e passou a maior parte do ano baixa, porém, repercutindo!
Palavra: Rápido
Música: O Último Pôr do Sol, do Lenine (dá-lhe Fe!), Any Road, do George Harrison (influência do Duda em minha vida; "If you don´t know where you´re going, any road can take you there")
Livro: Viver Para Contar, do Gabriel Garcia Marques (eita nome recorrente), O Nome da Morte, do Kléster Cavalcanti
Show: Chico Buarque
Restaurante: Pizza Hut, pelos momentos todos, e os demais onde rolaram as reuniões - sempre desculpas para comer e beber - do Sampaist
Viagem: Rio de Janeiro e Rosario
Filme: Pensando rápido, acho que Pequena Miss Sunshine e Shortbus
Banda nacional: Paralamas passaram bastante pelo som do Cibié
Álbum: Ok, me rendo. Lenine acústico, que tem toda uma história
Um lugar: minha casa, mais que nunca
(Re)Descobri: Um profissional, um pai, e O Lobo da Estepe, do Hermann Hesse
Uma loja: O Camiseiro, onde flui vida, história, o sorriso fácil e o afago difícil do Seu Elias e o outlet que vende King 55
Uma(s) frase(s): Mas você é burro?; Dá um tapa na cara!; Ticos, tiririririrpompompompom; Henfil Cointreal
O que mais valeu a pena: ter trocado a energia eólica pelo Minhocão. No mais, sustento a frase de 2005: tudo, sempre. Porque a alma, quero crer, não é pequena e "je ne regrette rien" (o Francês promete para 2007, em conluio com Mayara)
Um momento: Tantos! Casamento do Duda, TCC, formatura, festa do Sampaist...
Planos para 2007: consolidar a vida profissional, andar mais de bicicleta, continuar sem comer unha, fazer academia, um amor louco e arrebatador, a paz mundial e ganhar o concurso de miss...
O melhor cartão de Natal: De Lígia Helena para Lucasof (música de programa dominical ao fundo)
Uma frase: A vida te pega na esquina, por Verónica Aravena
O ano acaba assim: Cansado, realizado, ansioso, confuso e feliz. "Caminante, no hay camino, se hace camino al andar"
Um ótimo ano que vem para todos! Que 2007 lhes sorria, como diria Carlos, o inesquecível Chaparro.
Tempos de provar competência, consolidar amizades, pensar em caminhos, definir prioridades, assumir vontades. Foi rápido demais e rendeu como se fossem décadas...
Completo e imperfeito
Passar o ano sem um grande amor pode resultar em uma sobriedade imensa para outras coisas, fazer a vida fluir, focar no profissional, mas fica sempre uma sensação de que falta algo. Falta um cafuné com minhas ranhetices ao fim do dia. Ainda assim os meses foram um grande semear para 2007 e a "ausência assimilada ninguém rouba mais de mim".
Thanks for the joy that you've given me
No peneirar de pessoas que cruzaram meu caminho, foi gratificante ver que ficaram algumas muito queridas. Amigos de uma vida toda com votos renovados; não tão antigos, mas sinceros, me confortando nas horas chatas, me dando um tapa na cara quando precisei acordar, sempre lado a lado. Gente nova que vai chegando, seja via Sampaist, via bancada laranja ou pelas calçadas do mundo, e que promete muito.
Andando por entre os becos
Graduado, enfim! Quanto nervosismo ao esperar que anunciassem que meu (nosso, viva os quatro do Minhocão!) trabalho de conclusão de curso havia sido aprovado. Depois, a festa de formatura, lavar a alma, valsar com a mãe, abraçar os amigos - agora companheiros de profissão - e fazer juras impossíveis.
O microcosmo laranja
Como bem alertaram os astros, nos quais não acredito, mas que acreditam em mim, esse foi um ano profiGssional. De estagiário que era em agosto de 2005, passei a repórter, editor de um site, dois, três, de um futuro mega canal, ... Muita responsabilidade, tempo de pensar em rumos, descobrir, ler, estudar, levar a sério. E me encantar, porque não? É da bancada laranja do iG que termino essas linhas, às 15h39 do dia 31 de dezembro...
É de quem faz
Quantas realizações, alegrias, empenho, trabalho, surpresas e grandes pessoas me trouxe o Sampaist! Que o próximo ano seja ainda melhor e, de novo, obrigado ao Lemp Justus e os demais Ticos sangue-beat que fazem aquilo acontecer.
Buscapé
Conviver em família é acelerar numa rua de paralelepípedo com pneu careca. Resolve-se um problema, criam-se outros. A manutenção do amor, o apertar dos laços e desfazer os nós. Ainda assim, nada melhor. Ter braços nos quais aconchegar-se, aninhar-se, sentir-se pequeno e acolhido por um preço módico.
De Sideshow Bob para máquina dois
A vivida cabeleira étnica recebeu uma tosa radical e passou a maior parte do ano baixa, porém, repercutindo!
Palavra: Rápido
Música: O Último Pôr do Sol, do Lenine (dá-lhe Fe!), Any Road, do George Harrison (influência do Duda em minha vida; "If you don´t know where you´re going, any road can take you there")
Livro: Viver Para Contar, do Gabriel Garcia Marques (eita nome recorrente), O Nome da Morte, do Kléster Cavalcanti
Show: Chico Buarque
Restaurante: Pizza Hut, pelos momentos todos, e os demais onde rolaram as reuniões - sempre desculpas para comer e beber - do Sampaist
Viagem: Rio de Janeiro e Rosario
Filme: Pensando rápido, acho que Pequena Miss Sunshine e Shortbus
Banda nacional: Paralamas passaram bastante pelo som do Cibié
Álbum: Ok, me rendo. Lenine acústico, que tem toda uma história
Um lugar: minha casa, mais que nunca
(Re)Descobri: Um profissional, um pai, e O Lobo da Estepe, do Hermann Hesse
Uma loja: O Camiseiro, onde flui vida, história, o sorriso fácil e o afago difícil do Seu Elias e o outlet que vende King 55
Uma(s) frase(s): Mas você é burro?; Dá um tapa na cara!; Ticos, tiririririrpompompompom; Henfil Cointreal
O que mais valeu a pena: ter trocado a energia eólica pelo Minhocão. No mais, sustento a frase de 2005: tudo, sempre. Porque a alma, quero crer, não é pequena e "je ne regrette rien" (o Francês promete para 2007, em conluio com Mayara)
Um momento: Tantos! Casamento do Duda, TCC, formatura, festa do Sampaist...
Planos para 2007: consolidar a vida profissional, andar mais de bicicleta, continuar sem comer unha, fazer academia, um amor louco e arrebatador, a paz mundial e ganhar o concurso de miss...
O melhor cartão de Natal: De Lígia Helena para Lucasof (música de programa dominical ao fundo)
Uma frase: A vida te pega na esquina, por Verónica Aravena
O ano acaba assim: Cansado, realizado, ansioso, confuso e feliz. "Caminante, no hay camino, se hace camino al andar"
Um ótimo ano que vem para todos! Que 2007 lhes sorria, como diria Carlos, o inesquecível Chaparro.
14 de dez. de 2006
God only knows...
No dia em que o Sampaist saiu na Rolling Stone, graças ao Lemp, um visionário à sua maneira e seus nove blogueiros malucos e bem relacionados, eu fui promovido em meu emprego formal.
Parto para uma empreitada ainda maior, com frio na barriga e dúvidas sobre caminhos, e deixo, entre outras coisas, meu nome gravado como primeiro editor homem do iGirl (não interessa se mandei bem ou não, rs).
Mais do que feliz, estou agradecido. Ao Leandro, claro, pela idéia original da fundação do blog, convite, confiança e por estar envolvido em minha entrada no iG, Paula e suas incríveis dicas de "xadrez", uma natural born estrategista, e a uma mulher iluminada, a quem devo grande parte de minha formação profissional.
Sempre lembro de uma reunião de diretrizes e conduta na qual ela disse que "daqui só levaremos as lembranças que plantarmos ou colhermos. Talvez sobrem alguns amigos, mas o principal serão memórias. Por isso temos de tentar fazer o melhor, todo o tempo, como profissionais e como pessoas que se relacionam num ambiente de trabalho".
Fui para a casa pensando muito, refletindo sobre inúmeras coisas e tentando colocar ordem nos planos para o futuro e nas obrigações como estagiário. Era agosto de 2005.
No dia seguinte, sobre minha mesa, me esperava um exemplar do livro "La Chambre Claire", de Roland Barthes, com uma marcação na foto intitulada "Polaroid", de Daniel Boudinet.
Um cômodo escuro, um poltrona, uma janela coberta por uma cortina preta, translúcida e com uma pequena fresta sinalizando que havia luz do outro lado.
A imagem e o momento em que a vi viraram o marco do desatar de minha carreira. Podia não ver, não saber, ter medo do novo, mas atrás da cortina tinha um mundo me esperando.
E foi segurando nas mãos de Adília Belotti que, esperneando, ousei me atirar, como bem fazia nos melhores anos de descobertas da infância, encantado e barulhento.
"Alguns de nós acham que a felicidade é medida em pixels de alegria...engano. A felicidade só existe porque ela é sempre matizada pela percepção da fragilidade das coisas humanas..."
Todo o carinho, gratidão e admiração do mundo. É uma honra e um privilégio conviver com ela, e um grande desafio.
...what I'd be without you.
Parto para uma empreitada ainda maior, com frio na barriga e dúvidas sobre caminhos, e deixo, entre outras coisas, meu nome gravado como primeiro editor homem do iGirl (não interessa se mandei bem ou não, rs).
Mais do que feliz, estou agradecido. Ao Leandro, claro, pela idéia original da fundação do blog, convite, confiança e por estar envolvido em minha entrada no iG, Paula e suas incríveis dicas de "xadrez", uma natural born estrategista, e a uma mulher iluminada, a quem devo grande parte de minha formação profissional.
Sempre lembro de uma reunião de diretrizes e conduta na qual ela disse que "daqui só levaremos as lembranças que plantarmos ou colhermos. Talvez sobrem alguns amigos, mas o principal serão memórias. Por isso temos de tentar fazer o melhor, todo o tempo, como profissionais e como pessoas que se relacionam num ambiente de trabalho".
Fui para a casa pensando muito, refletindo sobre inúmeras coisas e tentando colocar ordem nos planos para o futuro e nas obrigações como estagiário. Era agosto de 2005.
No dia seguinte, sobre minha mesa, me esperava um exemplar do livro "La Chambre Claire", de Roland Barthes, com uma marcação na foto intitulada "Polaroid", de Daniel Boudinet.
Um cômodo escuro, um poltrona, uma janela coberta por uma cortina preta, translúcida e com uma pequena fresta sinalizando que havia luz do outro lado.
A imagem e o momento em que a vi viraram o marco do desatar de minha carreira. Podia não ver, não saber, ter medo do novo, mas atrás da cortina tinha um mundo me esperando.
E foi segurando nas mãos de Adília Belotti que, esperneando, ousei me atirar, como bem fazia nos melhores anos de descobertas da infância, encantado e barulhento.
"Alguns de nós acham que a felicidade é medida em pixels de alegria...engano. A felicidade só existe porque ela é sempre matizada pela percepção da fragilidade das coisas humanas..."
Todo o carinho, gratidão e admiração do mundo. É uma honra e um privilégio conviver com ela, e um grande desafio.
...what I'd be without you.
2 de dez. de 2006
Não ouçam, circulem
Nesses tempos de tentativas de desintoxicar da net quando não no trabalho - livros, bicicleta, cinema, amigos, casa, piscina, parque, balada - de vez em quando acabo me rendendo à fidelidade de minha TV, um satélite que só quer me amar.
Pois levando um beijo do gordo antes de dormir, na querida Rede Globo, foi que vi Tom Zé.
Alguém avisa que, ok, a canção pode estar morta, mas a Semana de 22 também está?
Não bastasse ouvir o Jair Deixe Que Pense Rodrigues falar - o que é que tem? - que foi o primeiro rapper, agora também devo sorrir com Tom Zé e seu braço de vitrola afirmando que foi o primeiro dijêi, usando um sampler artesanal?
Uhum. E Lucasof depois de velho foi o primeiro a assumir que deixa as unhas do pé crescerem para raspar no piso da cozinha da casa da mãe.
Eu tinha o controle em mãos, mas uma força cósmica me mantinha no canal 5.
Dentro de um carro, Tom Zé, Jô Soares e mais um me deixavam claustrofóbico. Joguei o lençol de lado, sentei na cama.
Colocaram o rádio, "tunado e hypado" com enormes caixas de som, no volume máximo. Aí começou um falatório sobre escola de Viena, atonalidade, dodecafonismo, muitos aparelhos ligados ao mesmo tempo, estar nos braços de Dionísio numa macumba grega...
Abaixaram o volume, saíram do carro em êxtase criativo. Pude voltar a respirar em casa.
Essa gente nunca teve férias no interior nas décadas de 1980/90, com playboys estacionando seus carros com sons no máximo ao redor de praças, cada um com seu estilo musical, naquele caos perturbador?
Assumo, estou na fase do incômodo. Logo eu assimilo e boto os tímpanos para batucarem num barato decibélico e suspiro: gênio!
Ao Tom, esqueça da canção. As roseiras estão vivas, reguemos.
Pois levando um beijo do gordo antes de dormir, na querida Rede Globo, foi que vi Tom Zé.
Alguém avisa que, ok, a canção pode estar morta, mas a Semana de 22 também está?
Não bastasse ouvir o Jair Deixe Que Pense Rodrigues falar - o que é que tem? - que foi o primeiro rapper, agora também devo sorrir com Tom Zé e seu braço de vitrola afirmando que foi o primeiro dijêi, usando um sampler artesanal?
Uhum. E Lucasof depois de velho foi o primeiro a assumir que deixa as unhas do pé crescerem para raspar no piso da cozinha da casa da mãe.
Eu tinha o controle em mãos, mas uma força cósmica me mantinha no canal 5.
Dentro de um carro, Tom Zé, Jô Soares e mais um me deixavam claustrofóbico. Joguei o lençol de lado, sentei na cama.
Colocaram o rádio, "tunado e hypado" com enormes caixas de som, no volume máximo. Aí começou um falatório sobre escola de Viena, atonalidade, dodecafonismo, muitos aparelhos ligados ao mesmo tempo, estar nos braços de Dionísio numa macumba grega...
Abaixaram o volume, saíram do carro em êxtase criativo. Pude voltar a respirar em casa.
Essa gente nunca teve férias no interior nas décadas de 1980/90, com playboys estacionando seus carros com sons no máximo ao redor de praças, cada um com seu estilo musical, naquele caos perturbador?
Assumo, estou na fase do incômodo. Logo eu assimilo e boto os tímpanos para batucarem num barato decibélico e suspiro: gênio!
Ao Tom, esqueça da canção. As roseiras estão vivas, reguemos.
23 de nov. de 2006
Assim falou Zaratustra
São saudades porque ainda não findou. Um não é o outro; é porque não há o outro.
Só quando alguém ousar saber qual o próximo passo e tiver a destreza de não tropeçar.
Ainda assim as saudades que viraram fim serão algo novo, com muito pela frente.
Sempre um começo.
--
Tanto, tanto, tanto para escrever e contar para mim mesmo. Mas quando chego em casa quero distância do computador. Meu caderninho de devaneios está quase sem páginas.
Só quando alguém ousar saber qual o próximo passo e tiver a destreza de não tropeçar.
Ainda assim as saudades que viraram fim serão algo novo, com muito pela frente.
Sempre um começo.
--
Tanto, tanto, tanto para escrever e contar para mim mesmo. Mas quando chego em casa quero distância do computador. Meu caderninho de devaneios está quase sem páginas.
13 de nov. de 2006
Das citações
Na Casa do Saber:
"Ah Lucas, você é como Truffaut, um homem que amava as mulheres..."
--
No e-mail Sampaist:
"Fala pessoal... hoje batemos nosso recorde total de audiência de todos
os tempos. Graças ao rebolado de Fergie (...) atingimos até as 23h15 de hoje a marca de 10 mil unique visitors. Caraleo!"
--
No blog da Tati:
"Mais uma vez pergunto: quando o fim deixará de ser saudades?"
--
No Garotas Que Dizem Ni:
"Antes eu queria ser como a bailarina da letra do Chico Buarque, mas é muito solitário não ser gente normal"
--
Sou saudosista de um passado que não é meu.
"Ah Lucas, você é como Truffaut, um homem que amava as mulheres..."
--
No e-mail Sampaist:
"Fala pessoal... hoje batemos nosso recorde total de audiência de todos
os tempos. Graças ao rebolado de Fergie (...) atingimos até as 23h15 de hoje a marca de 10 mil unique visitors. Caraleo!"
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No blog da Tati:
"Mais uma vez pergunto: quando o fim deixará de ser saudades?"
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No Garotas Que Dizem Ni:
"Antes eu queria ser como a bailarina da letra do Chico Buarque, mas é muito solitário não ser gente normal"
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Sou saudosista de um passado que não é meu.
6 de nov. de 2006
Tienen miedo del amor y no saber amar
O celular reclama, jogado em cima da mochila no pé da cama. SMS.
"Qdo vc vai ser só meu? Vc disse que não confiava em vc...Lembra?"
A sobrancelha franze e a pergunta é: quando comecei a ser tão sincero com os outros e nem tanto comigo? Preciso de um monge para ir anotando tudo que vou dizendo.
--
Viaja de ônibus? Já esteve em um capotamento? Come salgadinho, coxa de frango e corta as unhas no coletivo? Acredita em videntes ou votou na Mãe Dinah para suplente de porteiro do céu?
Clica loguinho aqui e prepara o esfíncter.
"Qdo vc vai ser só meu? Vc disse que não confiava em vc...Lembra?"
A sobrancelha franze e a pergunta é: quando comecei a ser tão sincero com os outros e nem tanto comigo? Preciso de um monge para ir anotando tudo que vou dizendo.
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Viaja de ônibus? Já esteve em um capotamento? Come salgadinho, coxa de frango e corta as unhas no coletivo? Acredita em videntes ou votou na Mãe Dinah para suplente de porteiro do céu?
Clica loguinho aqui e prepara o esfíncter.
26 de out. de 2006
Cromo
Ia fazer toda uma discussão sobre design, comunicação, vida, modernidade, Web 3.0, concurso de Miss e a paz mundial, mas o planeta Mercúrio resolveu entrar em movimento retrógrado aparente em Escorpião, e isso gera uma fase em que os processos de comunicação sofrem alterações.
Como o dia começou bombando com dezessete e-mails tentando resolver problemas e vaidades (a palavra de ordem!) com parcerias, acho melhor adiar.
Sem mais para o momento cósmico,
Lucasof, o (anti)cé(p)tico.
PS: Esses dias quebrei o sétimo termômetro da minha vida. É um sinal?
Como o dia começou bombando com dezessete e-mails tentando resolver problemas e vaidades (a palavra de ordem!) com parcerias, acho melhor adiar.
Sem mais para o momento cósmico,
Lucasof, o (anti)cé(p)tico.
PS: Esses dias quebrei o sétimo termômetro da minha vida. É um sinal?
23 de out. de 2006
Être et avoir
Eu me apaixonei no primeiro abraço nas catracas do metrô porque você faz parecer que nem tudo é vaidade, que o mundo é infinito e sempre novo.
Você não sabe e nem liga para a marca do meu carro, a cor do meu cartão do banco ou o nome próprio das minhas roupas, mas sabe acolher em um abraço e a hora de fazer cafuné como ninguém.
Esconde o âmago atrás de um fino par de olhos verdes, que quando transbordam em feixes de sinceridade ora inocente, ora cruel e sempre viciante, arrepiam a alma alheia.
Seus dogmas sendo quebrados ali, no chão de madeira da sala, entre cartas de jogo, copos, almofadas e facadas de sentimentos provam que você é falível, ser ainda mais vivo e adorável.
Tem um cordão umbilical amarrado ao umbigo de sua mãe que sustenta o mundo, que se estende, estica, puxa, viaja, torce e nunca se rompe.
Ouve como ninguém a minha verborragia e parece entender e não julgar como poucos.
Está em minha agenda do celular, orkut e outros meios, nas lembranças de fins de semana e feriados, mas não está em minha planilha de atualizações dos canais e nos planos para amanhã.
A vida é irônica com nomes e rumos, ainda assim é você que colore alguns pensamentos e mantém meu pulso de tempos em tempos, provando a grandeza e "insustentável leveza do ser" (não podia passar sem citações e referências!).
Tudo porque um raio cósmico azul/magenta me partiu ao meio e eu encontrei seu bilhete no mural.
Você não sabe e nem liga para a marca do meu carro, a cor do meu cartão do banco ou o nome próprio das minhas roupas, mas sabe acolher em um abraço e a hora de fazer cafuné como ninguém.
Esconde o âmago atrás de um fino par de olhos verdes, que quando transbordam em feixes de sinceridade ora inocente, ora cruel e sempre viciante, arrepiam a alma alheia.
Seus dogmas sendo quebrados ali, no chão de madeira da sala, entre cartas de jogo, copos, almofadas e facadas de sentimentos provam que você é falível, ser ainda mais vivo e adorável.
Tem um cordão umbilical amarrado ao umbigo de sua mãe que sustenta o mundo, que se estende, estica, puxa, viaja, torce e nunca se rompe.
Ouve como ninguém a minha verborragia e parece entender e não julgar como poucos.
Está em minha agenda do celular, orkut e outros meios, nas lembranças de fins de semana e feriados, mas não está em minha planilha de atualizações dos canais e nos planos para amanhã.
A vida é irônica com nomes e rumos, ainda assim é você que colore alguns pensamentos e mantém meu pulso de tempos em tempos, provando a grandeza e "insustentável leveza do ser" (não podia passar sem citações e referências!).
Tudo porque um raio cósmico azul/magenta me partiu ao meio e eu encontrei seu bilhete no mural.
12 de out. de 2006
Sinto a batucada se aproximar...
Depois de tanto tempo no escuro, abriram a porta da senzala e eu não sei o que fazer! Mas juro para todos os meus dedos dos pés que, após postar, vou sair conversar com o irmão Sol.
Mesmo porque paira a promessa de uma força libertadora que me resgatará pelas mãos. Que rufem os tambores! Glaaaaaam!
E, para animar ainda mais, Xico Sá recomenda, em sua Ponte aérea/SP com o cinto afivelado, a bandeja recolhida e o sinal luminoso de É Proibido Fumar no no mínimo:
"E lá vamos nós aproveitar a cidade dos sonhos semi-deserta, "se liga", como dizem os boys e manos, se liga nas dicas do Sampaist, o site de uma moçada que flana, à vera, pelo melhor da cidade, e "te juega, cabrón, en la calle", como me diz aqui o sábio vizinho espanhol, bravo Pedro Caballero, o rei do Sujinho, onde se come a melhor e mais farta bisteca da cidade, aqui na geografia afetiva das ruas-mulheres, Angélica, Augusta e Consolação, como canta Tom Zé, um dos tantos orgulhosos baianos, aquele mesmo que canta o hino extra-oficial destas plagas, "São São Paulo, São Paulo tanta dor, São Paulo meu amor"."
...estou ensaiado para te tocar...
Mesmo porque paira a promessa de uma força libertadora que me resgatará pelas mãos. Que rufem os tambores! Glaaaaaam!
E, para animar ainda mais, Xico Sá recomenda, em sua Ponte aérea/SP com o cinto afivelado, a bandeja recolhida e o sinal luminoso de É Proibido Fumar no no mínimo:
"E lá vamos nós aproveitar a cidade dos sonhos semi-deserta, "se liga", como dizem os boys e manos, se liga nas dicas do Sampaist, o site de uma moçada que flana, à vera, pelo melhor da cidade, e "te juega, cabrón, en la calle", como me diz aqui o sábio vizinho espanhol, bravo Pedro Caballero, o rei do Sujinho, onde se come a melhor e mais farta bisteca da cidade, aqui na geografia afetiva das ruas-mulheres, Angélica, Augusta e Consolação, como canta Tom Zé, um dos tantos orgulhosos baianos, aquele mesmo que canta o hino extra-oficial destas plagas, "São São Paulo, São Paulo tanta dor, São Paulo meu amor"."
...estou ensaiado para te tocar...
9 de out. de 2006
Chegou no meu Outlook
"Olá,
Estava observando as suas dicas de beleza, achei interessante a parte do protetor solar. Você falou que os protetores antigos tinham cheiro de praia, eram grossos e tal, é bem verdade. Tenho a pele branca, sabe me indicar algum protetor bom que sirva pra o dia a dia? Eu estava observando um Sundown Sport spray 15, achei ele legal, fininho, o cheiro muito bom, só que me mostraram um novo da L´oreal, que inclusive vem com anti-rugas e regenera a pele. Achei ele bastante interessante. O que me desanimou em relação ao Sundown foi ele ser fator 15, e como sou muito branco acho o fator trinta da L´oreal mais interessante, e achei muito cheiroso também. Já o Sundown normal é horrível. Em que pode me ajudar amigo? Alguma dica a mais?"
--
E Joseph Polansky disse que 2007 terá muito do mapa astral de 2006. Me ferrei. Vou morrer um excelente profissional solteiro.
Ainda bem que não acredito nos astros.
Estava observando as suas dicas de beleza, achei interessante a parte do protetor solar. Você falou que os protetores antigos tinham cheiro de praia, eram grossos e tal, é bem verdade. Tenho a pele branca, sabe me indicar algum protetor bom que sirva pra o dia a dia? Eu estava observando um Sundown Sport spray 15, achei ele legal, fininho, o cheiro muito bom, só que me mostraram um novo da L´oreal, que inclusive vem com anti-rugas e regenera a pele. Achei ele bastante interessante. O que me desanimou em relação ao Sundown foi ele ser fator 15, e como sou muito branco acho o fator trinta da L´oreal mais interessante, e achei muito cheiroso também. Já o Sundown normal é horrível. Em que pode me ajudar amigo? Alguma dica a mais?"
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E Joseph Polansky disse que 2007 terá muito do mapa astral de 2006. Me ferrei. Vou morrer um excelente profissional solteiro.
Ainda bem que não acredito nos astros.
5 de out. de 2006
Just too good to be true
Coisas boas pela metade continuam sendo coisas boas?
Noite de kalundum pré fim de semana que promete fortes emoções.
Alguém me abraça?
Noite de kalundum pré fim de semana que promete fortes emoções.
Alguém me abraça?
2 de out. de 2006
Melhor ler isso...
Do blog da Tati:
"O epitáfio escrito por Lucasof (minha irmã já está responsável por localizá-lo) será jateado em vidro e chumbado com botões quadrados cromados por sobre o granito."
...do que ser surdo.
"O epitáfio escrito por Lucasof (minha irmã já está responsável por localizá-lo) será jateado em vidro e chumbado com botões quadrados cromados por sobre o granito."
...do que ser surdo.
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