Direto da Popload, de Lúcio Ribeiro, para me animar muito:
"•Acho que a pancada na cabeça do guitarrista Keith Richards tirou a memória recente do cara, então os Stones resolveram retomar as turnês já feitas. Pode ser que a banda mais famosa do mundo (tirando aquela outra) volte a se apresentar MESMO no Brasil ainda NESTE ano, agora em clubes fechados. No máximo, começo de 2007."
Sua banda preferida sem areia e sem muvuca? Guardando dinheiro desde já e preparando o cheque especial. Vem, vem, veeeeeeemmmmm!
E quando der aquela passada no blog do Lúcio, clica em Sampaist nos Links Amigos, logo à direita.
U-hu!
26 de jul. de 2006
25 de jul. de 2006
Agonia e êxtase
"(...)Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa. Do brinquedo que a gente não largava. Do acalanto que o silêncio canta. De passeio no jardim. Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que realmente nos move não passa só pelo corpo. Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar. Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está dançando conosco de rostinho colado. E a gente ri grande que nem menino arteiro(...)"
Roubei do blog da Adilia, que achou em algum lugar.
Roubei do blog da Adilia, que achou em algum lugar.
11 de jul. de 2006
Releitura de um testemunho
Conheci a Tati quando as coisas eram diferentes. Éramos pouco independentes, e "abstrata era a idéia do teu ser".
Das horas do intervalo, da primeira linha daquela poesia no colégio em Sorocaba passamos ao bife de sal empanado na casa de Campinas, noites pós-tempestade e a invasão da minha redoma por uma das pessoas que eu mais amo ainda hoje.
Conseguiu escalar o muro, sapeca, e errar por meu íntimo como ninguém nunca antes. Explodimos juntos para a vida, e se não segurei sua mão tanto quanto deveria ou gostaria não foi por falta de vontade. Ingenuidade, talvez. Mania de fazer da ausência meu charme, para que a notassem e assim me quisessem.
Estamos fisicamente distantes, e nossos passeios vespertinos e fugas são raros. Dizer bobagens ao pé do ouvido agora só em poucos momentos. Mas ela está sempre nos meus devaneios, e além de toda admiração e carinho, devo muito do que e de quem sou a ela.
Entendo e apoio suas escolhas todas, me orgulho e admiro cada detalhe seu. Saudades do tempo em que o mundo era a Ose. Éramos eu e você. Saudades de você.
Das horas do intervalo, da primeira linha daquela poesia no colégio em Sorocaba passamos ao bife de sal empanado na casa de Campinas, noites pós-tempestade e a invasão da minha redoma por uma das pessoas que eu mais amo ainda hoje.
Conseguiu escalar o muro, sapeca, e errar por meu íntimo como ninguém nunca antes. Explodimos juntos para a vida, e se não segurei sua mão tanto quanto deveria ou gostaria não foi por falta de vontade. Ingenuidade, talvez. Mania de fazer da ausência meu charme, para que a notassem e assim me quisessem.
Estamos fisicamente distantes, e nossos passeios vespertinos e fugas são raros. Dizer bobagens ao pé do ouvido agora só em poucos momentos. Mas ela está sempre nos meus devaneios, e além de toda admiração e carinho, devo muito do que e de quem sou a ela.
Entendo e apoio suas escolhas todas, me orgulho e admiro cada detalhe seu. Saudades do tempo em que o mundo era a Ose. Éramos eu e você. Saudades de você.
6 de jul. de 2006
A visão do outro
Lucasof, por Adilia Belotti (futura colaboradora do Sampaist com Toques de SampAlma):
"Lucas de Oliveira Fernandes, o Lucasof do msn, é jornalista e quase um recém-chegado na cidade. Deve ser essa estrangeirice que alimenta seu olhar nonsense sobre essa São Paulo cheia de estranhezas, aliás...Está certo que de vez em quando ele precisa passar uma tarde inteira devorando pão quente com manteiga na Padaria Real de Sorocaba, bem longe daqui, mas, cá para nós, ninguém é de ferro e até mesmo os Monty Python deviam correr pro colo das mães entre um absurdo e outro! Por trás deste jeito "como assim?" de ver a vida, no entanto, habita um apaixonado pelos humanos e suas manifestações, que cultiva prazeres simples, como ler, ir ao cinema, andar pelas ruas e outros meio bizarros, como adorar cerimoniais, incluindo aí procissões, paradas militares e pré-estréias de óperas. Detalhe: ele detesta ópera!"
"Lucas de Oliveira Fernandes, o Lucasof do msn, é jornalista e quase um recém-chegado na cidade. Deve ser essa estrangeirice que alimenta seu olhar nonsense sobre essa São Paulo cheia de estranhezas, aliás...Está certo que de vez em quando ele precisa passar uma tarde inteira devorando pão quente com manteiga na Padaria Real de Sorocaba, bem longe daqui, mas, cá para nós, ninguém é de ferro e até mesmo os Monty Python deviam correr pro colo das mães entre um absurdo e outro! Por trás deste jeito "como assim?" de ver a vida, no entanto, habita um apaixonado pelos humanos e suas manifestações, que cultiva prazeres simples, como ler, ir ao cinema, andar pelas ruas e outros meio bizarros, como adorar cerimoniais, incluindo aí procissões, paradas militares e pré-estréias de óperas. Detalhe: ele detesta ópera!"
5 de jul. de 2006
tec-tec-tec
O dia em que aparecemos na Folha de S. Paulo:
"tec-tec-tec
São Paulo ganha blog coletivo sobre a cidade
Chegou à rede o blog coletivo Sampaist (www.sampaist.com), que é atualizado diariamente por várias pessoas espalhadas por São Paulo. Nele, o visitante encontra desde dicas e roteiros culturais até notícias sobre a cidade.
Trata-se de um braço da famosa Gothamistllc (www. gothamistllc.com), uma rede internacional de blogs que tem como objetivo oferecer as mais diferentes informações sobre determinada cidade.
O primeiro blog do projeto, que surgiu em 2002, foi o Gothamist (www.gothamist.com), voltado para a cidade de Nova York. Hoje, já são mais de 15 sites que dão informações sobre algumas das maiores cidades do mundo, como Londres (www.londonist. com), Paris (www.parisist. com) e Toronto (www. torontoist.com), no Canadá.
Se depender do modelo adotado por seu irmão nova-iorquino, o Sampaist já nasce com vocação para ser grande. Segundo dados da organização que realiza o projeto, o Gothamist fatura US$ 1,5 milhão por ano somente com publicidade. Além disso, em um universo de 27 milhões de blogs, a página dedicada a Nova York ocupa o 90º lugar no ranking."
"tec-tec-tec
São Paulo ganha blog coletivo sobre a cidade
Chegou à rede o blog coletivo Sampaist (www.sampaist.com), que é atualizado diariamente por várias pessoas espalhadas por São Paulo. Nele, o visitante encontra desde dicas e roteiros culturais até notícias sobre a cidade.
Trata-se de um braço da famosa Gothamistllc (www. gothamistllc.com), uma rede internacional de blogs que tem como objetivo oferecer as mais diferentes informações sobre determinada cidade.
O primeiro blog do projeto, que surgiu em 2002, foi o Gothamist (www.gothamist.com), voltado para a cidade de Nova York. Hoje, já são mais de 15 sites que dão informações sobre algumas das maiores cidades do mundo, como Londres (www.londonist. com), Paris (www.parisist. com) e Toronto (www. torontoist.com), no Canadá.
Se depender do modelo adotado por seu irmão nova-iorquino, o Sampaist já nasce com vocação para ser grande. Segundo dados da organização que realiza o projeto, o Gothamist fatura US$ 1,5 milhão por ano somente com publicidade. Além disso, em um universo de 27 milhões de blogs, a página dedicada a Nova York ocupa o 90º lugar no ranking."
2 de jul. de 2006
Eu não acredito nos astros e nem em muitas coisas mais...
Na semana do descarrego, Mônica Horta, astróloga do iG, fala que eu escuto:
"A mistura de energias entre planetas em signos de fogo e em signo de ar, gera uma tensão criativa que cai como uma luva na sua natureza. Você pode ter a impressão que o mundo está cheio de pessoas inteligentes e interessantes. Mas a falta de planetas em signos de terra torna difícil lidar com os sentimentos.
Você pode fazer muito sucesso em todos os lugares que aparecer. Mas deseja uma companhia que entenda de verdade o que se passa com você..."
Tudo bem, vem a calhar. Mais a resposta de minha chefe ontem, no msn:
"percebi...vamos ver se a semana que vem traz uma chuva boa e criadeira para limpar estas coisas....quem sabe?"
Na madrugada de domingo choveu.
O que acontece com meu mundinho que anda tão cheio de sinais (que eu não consigo entender)?
--
Sampaist vai de vento em popa e que o senhor o bendiga!
...mas elas acreditam em mim.
"A mistura de energias entre planetas em signos de fogo e em signo de ar, gera uma tensão criativa que cai como uma luva na sua natureza. Você pode ter a impressão que o mundo está cheio de pessoas inteligentes e interessantes. Mas a falta de planetas em signos de terra torna difícil lidar com os sentimentos.
Você pode fazer muito sucesso em todos os lugares que aparecer. Mas deseja uma companhia que entenda de verdade o que se passa com você..."
Tudo bem, vem a calhar. Mais a resposta de minha chefe ontem, no msn:
"percebi...vamos ver se a semana que vem traz uma chuva boa e criadeira para limpar estas coisas....quem sabe?"
Na madrugada de domingo choveu.
O que acontece com meu mundinho que anda tão cheio de sinais (que eu não consigo entender)?
--
Sampaist vai de vento em popa e que o senhor o bendiga!
...mas elas acreditam em mim.
26 de jun. de 2006
"O que em mim sente está pensando"
Mudanças, riscos, mudanças, desafios, mudanças. Turbilhão de pensamentos (para variar e ainda bem!).
Penso em amores que não deram certo, e nos porquês disso. Nas histórias que estruturei em minha imaginação, acreditando que eram reais. Nos projetos que não deram certo e pareciam tão viáveis. Nos sucessos e insucessos, nos aplausos que já recebi e nas vaias. Nas músicas que ouço, nos filmes a que assisto, nas notícias que leio e em como as escreveria. Em tudo o que escrevo e o muito mais que nunca escrevi. Em como posso contestar, ajudar, mudar. Sobre o que fica para trás e o que vem depois da linha divisória. No meu caderninho de anotações, na caixa de recordações, na rotineira falta de tempo, nos projetos que quero abraçar. Em como o que escrevo pode mudar, pode influenciar, ajudar, descontrair, provocar, irritar, apaixonar. Em como captar a beleza do mundo em que vivo, mas sem me esquivar de suas injustiças. Em momentos sublimes de convívio com amigos e família. Nos sorrisos, nos olhares, no tempo de distração e de reflexão...
Na vida.
Penso em amores que não deram certo, e nos porquês disso. Nas histórias que estruturei em minha imaginação, acreditando que eram reais. Nos projetos que não deram certo e pareciam tão viáveis. Nos sucessos e insucessos, nos aplausos que já recebi e nas vaias. Nas músicas que ouço, nos filmes a que assisto, nas notícias que leio e em como as escreveria. Em tudo o que escrevo e o muito mais que nunca escrevi. Em como posso contestar, ajudar, mudar. Sobre o que fica para trás e o que vem depois da linha divisória. No meu caderninho de anotações, na caixa de recordações, na rotineira falta de tempo, nos projetos que quero abraçar. Em como o que escrevo pode mudar, pode influenciar, ajudar, descontrair, provocar, irritar, apaixonar. Em como captar a beleza do mundo em que vivo, mas sem me esquivar de suas injustiças. Em momentos sublimes de convívio com amigos e família. Nos sorrisos, nos olhares, no tempo de distração e de reflexão...
Na vida.
23 de jun. de 2006
Non ducor, duco
Se a vida no iG vai estranha e mutante (embora crescente), mais administrativa que criativa, o projeto paralelo Sampaist vai muito gratificante. Estreamos com "bons augúrios" dos outros blogs da franquia e quase 900 visitantes únicos em apenas 24 horas.
Clique aqui para ler nossa chegada no Gothamist, o "pai de todos"
Aqui o post no "irmão" Bostonist
E aqui no simpático PAlegre
Que venha para se estabelecer e ser sucesso!
Clique aqui para ler nossa chegada no Gothamist, o "pai de todos"
Aqui o post no "irmão" Bostonist
E aqui no simpático PAlegre
Que venha para se estabelecer e ser sucesso!
21 de jun. de 2006
"A caixa de brinquedos diz de 10 a 14 anos...
Meu querido blog, eu tenho tanto para te falar, mas com palavras não sei dizer. Fim do TCC, Rio, Sampaist, affairs, saudades...todas as fofocas corporativas de Lucasof que desovo em você.
O feriado foi, ao contrário do que costumo fazer e escrever aqui, não pensar e sentir muito! Tempo foi pouco perto da vontade, mas o suficiente para me deixar com um vazio. Mergulhar no universo de outra(s) pessoa(s), fugir do meu cotidiano, esquecer trânsito, celular, trabalho...e dormir abraçadinho.
--
Foi bom saber, ouvir e ver mais sobre você (embora negue que conte ou exponha). Decifrar algumas das suas tantas entrelinhas, gostos, vontades, medos, dia-a-dia, histórias, falhas, talentos, artimanhas, amigos, casos, namoros, infinito e além.
Foi bom compartilhar. Permitir outros mundos. Permitir outras pessoas. E voltar, sabendo bem meu lugar, meu espaço, a distância.
No fim das contas tudo é vaidade. E eu adoro!
--
O blog da Tati me deixou melancólico. Não querendo perder tempo. Quero gostar, dizer que gosto, estar junto o máximo possível, construir todas as memórias do mundo, fazer parte. Viver.
...e hoje eu tenho 15"
O feriado foi, ao contrário do que costumo fazer e escrever aqui, não pensar e sentir muito! Tempo foi pouco perto da vontade, mas o suficiente para me deixar com um vazio. Mergulhar no universo de outra(s) pessoa(s), fugir do meu cotidiano, esquecer trânsito, celular, trabalho...e dormir abraçadinho.
--
Foi bom saber, ouvir e ver mais sobre você (embora negue que conte ou exponha). Decifrar algumas das suas tantas entrelinhas, gostos, vontades, medos, dia-a-dia, histórias, falhas, talentos, artimanhas, amigos, casos, namoros, infinito e além.
Foi bom compartilhar. Permitir outros mundos. Permitir outras pessoas. E voltar, sabendo bem meu lugar, meu espaço, a distância.
No fim das contas tudo é vaidade. E eu adoro!
--
O blog da Tati me deixou melancólico. Não querendo perder tempo. Quero gostar, dizer que gosto, estar junto o máximo possível, construir todas as memórias do mundo, fazer parte. Viver.
...e hoje eu tenho 15"
14 de jun. de 2006
(mais) um jornalista
No fim do meu tcc, Minhocão: a cidade se reescreve, aprovado ontem, está escrito assim:
Obrigado à minha mãe, o amor mais sincero do mundo, ao meu irmão, enfrentando tudo de mãos dadas comigo, ao meu pai e seu espaço conquistado em meu coração, pelo retorno, à Aline, minha cunhada, e seu "amor de forma diferente", Érico, Leandro e Gustavo, amigos da vida inteira, Fernanda Del Vigna e seu eterno bom humor, Victor, pela graça e descontração em tempo integral, Thaís, lado a lado, Verónica, nossa orientadora, por acreditar nesse projeto e direcionar com maestria e carinho, Profa. Dra. Marli dos Santos, por sempre ter visto em mim um colega de profissão e pelas oportunidades, Prof. Dr. Manuel Carlos Chaparro, por tanto ter me ensinado com suas histórias durante nossas conversas tempos atrás, Paula e Carolina, minhas editoras, que aceitaram meus horários e agüentam minha verborragia no ambiente de trabalho, Adília, minha editora-chefe, por mostrar caminhos de forma tão clara, à todos que me suportaram monotemático nos últimos meses e ainda assim ouviram com um sorriso minhas histórias e desabafos, e, é claro, aos “outros três do Minhocão”, Leandro, Fernanda e Mayara, pelas comidinhas durante as reuniões, pelo respeito, cumplicidade, companheirismo, amizade e memórias eternas. Para vocês, ao som de Dobie Gray, “Drift Away”:
"(...)The world outside looks so unkind
Now I'm counting on you
To carry me through
(...)Thanks for the joy that you've given me
I want you to know I believe in your song
Your rhythm and rhyme and harmony
You´ve helped me along
Making me strong
Oh, give me the beat boys and free my soul
I wanna get lost in your rock n roll
And drift away"
Obrigado à minha mãe, o amor mais sincero do mundo, ao meu irmão, enfrentando tudo de mãos dadas comigo, ao meu pai e seu espaço conquistado em meu coração, pelo retorno, à Aline, minha cunhada, e seu "amor de forma diferente", Érico, Leandro e Gustavo, amigos da vida inteira, Fernanda Del Vigna e seu eterno bom humor, Victor, pela graça e descontração em tempo integral, Thaís, lado a lado, Verónica, nossa orientadora, por acreditar nesse projeto e direcionar com maestria e carinho, Profa. Dra. Marli dos Santos, por sempre ter visto em mim um colega de profissão e pelas oportunidades, Prof. Dr. Manuel Carlos Chaparro, por tanto ter me ensinado com suas histórias durante nossas conversas tempos atrás, Paula e Carolina, minhas editoras, que aceitaram meus horários e agüentam minha verborragia no ambiente de trabalho, Adília, minha editora-chefe, por mostrar caminhos de forma tão clara, à todos que me suportaram monotemático nos últimos meses e ainda assim ouviram com um sorriso minhas histórias e desabafos, e, é claro, aos “outros três do Minhocão”, Leandro, Fernanda e Mayara, pelas comidinhas durante as reuniões, pelo respeito, cumplicidade, companheirismo, amizade e memórias eternas. Para vocês, ao som de Dobie Gray, “Drift Away”:
"(...)The world outside looks so unkind
Now I'm counting on you
To carry me through
(...)Thanks for the joy that you've given me
I want you to know I believe in your song
Your rhythm and rhyme and harmony
You´ve helped me along
Making me strong
Oh, give me the beat boys and free my soul
I wanna get lost in your rock n roll
And drift away"
11 de jun. de 2006
Buzina, buzina, olha a buzinaaaaaaaaaaa para torcer na Copaaaaaaaaa
Falta muito para acabar?
Desde 6h aquiG no iG, cercado pelo staff de esportes, confessando minha ignorância sobre o tema. Pausa para F1. Tudo sempre igual e sem sal, até as batidas. Tempo feliz de F1 era o GP do Japão, de madrugada, com Nigel Mansell vs Nelson Piquet ou Nikki Lauda incendiando as pistas.
--
Maurício, nosso enviado especial para vagar pelas ruas da Alemanha em nome da empresa acaba de ligar. Está infiltrado na torcida de Sérvia e Montenegro para o jogo contra a Holanda, e vai postando no blog.
--
Todo mundo da Sérvia e Montenegro chama qualquercoisavic (pronuncia-se vichi, igual o do Circo Stankowich, que tanto alegrou sua infância). Se eles ganharem a Copa, o caneco fica com que país?
--
Eu continuo com fé, firme e forte torcendo para Trinidad e Tobago, seleção do meu coração. Confira a escalação:
Goleiros: Kelvin Jack, Shaka Hislop e Clayton Ince
Defensores: Dennis Lawrence, Atiba Charles, Avery John, Cyd Gray, Marvin Andrews, Brent Sancho, Ian Cox
Meio-campistas: Evans Wise, Chris Birchall, Aurtis Whitley, Anthony Wolfe, Densill Theobald, Carlos Edwards, Russell Latapy
Atacantes: Stern John, Kenwyne Jones, Collin Samuel, Jason Scotland, Dwight Yorke, Cornell Glen
--
Ontem fui assistir o jogo da Argentina no Mercadão de SP. Cheguei surdo depois de passar pela 25 de Março. Depois comi bem, me diverti. E graças a Deus não sei quem ganhou; sentei de costas para o telão.
Desde 6h aquiG no iG, cercado pelo staff de esportes, confessando minha ignorância sobre o tema. Pausa para F1. Tudo sempre igual e sem sal, até as batidas. Tempo feliz de F1 era o GP do Japão, de madrugada, com Nigel Mansell vs Nelson Piquet ou Nikki Lauda incendiando as pistas.
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Maurício, nosso enviado especial para vagar pelas ruas da Alemanha em nome da empresa acaba de ligar. Está infiltrado na torcida de Sérvia e Montenegro para o jogo contra a Holanda, e vai postando no blog.
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Todo mundo da Sérvia e Montenegro chama qualquercoisavic (pronuncia-se vichi, igual o do Circo Stankowich, que tanto alegrou sua infância). Se eles ganharem a Copa, o caneco fica com que país?
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Eu continuo com fé, firme e forte torcendo para Trinidad e Tobago, seleção do meu coração. Confira a escalação:
Goleiros: Kelvin Jack, Shaka Hislop e Clayton Ince
Defensores: Dennis Lawrence, Atiba Charles, Avery John, Cyd Gray, Marvin Andrews, Brent Sancho, Ian Cox
Meio-campistas: Evans Wise, Chris Birchall, Aurtis Whitley, Anthony Wolfe, Densill Theobald, Carlos Edwards, Russell Latapy
Atacantes: Stern John, Kenwyne Jones, Collin Samuel, Jason Scotland, Dwight Yorke, Cornell Glen
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Ontem fui assistir o jogo da Argentina no Mercadão de SP. Cheguei surdo depois de passar pela 25 de Março. Depois comi bem, me diverti. E graças a Deus não sei quem ganhou; sentei de costas para o telão.
9 de jun. de 2006
"When you change with every new day...
Acordei com vontade de Ruby Tuesday. Tomei banho, café com Ana Maria Braga, peguei minhas coisas, o Forty Licks e vim para o trabalho com o som alto e o repeat acionado!
Lembrei da primeira vez que ouvi a música. Não sei se minha memória moldou ou acrescentou alguns fatos, mas o que me recordo é que em uma das nossas garimpadas em sebos, meu irmão e eu encontramos um vinil dos Stones (minha banda favorita, contra Beatles da parte dele). Com a capa em espanhol, “El Saltarin Jack Flash” tinha aquele ruído saboroso na vitrola, e nos primeiros acordes de Ruby Tuesday eu me apaixonei. A letra, a melodia, as lembranças que traz...
Nesse tempo de expectativas, ansiedade, saudades e vontades, uma ótima trilha sonora.
--
Hoje começa oficialmente a Copa. E já não agüento mais ouvir falar dela! Vou desligar a TV, fechar os olhos e tomar meu Floratil®, gentilmente cedido por Paula.
...Still I'm gonna miss you"
Lembrei da primeira vez que ouvi a música. Não sei se minha memória moldou ou acrescentou alguns fatos, mas o que me recordo é que em uma das nossas garimpadas em sebos, meu irmão e eu encontramos um vinil dos Stones (minha banda favorita, contra Beatles da parte dele). Com a capa em espanhol, “El Saltarin Jack Flash” tinha aquele ruído saboroso na vitrola, e nos primeiros acordes de Ruby Tuesday eu me apaixonei. A letra, a melodia, as lembranças que traz...
Nesse tempo de expectativas, ansiedade, saudades e vontades, uma ótima trilha sonora.
--
Hoje começa oficialmente a Copa. E já não agüento mais ouvir falar dela! Vou desligar a TV, fechar os olhos e tomar meu Floratil®, gentilmente cedido por Paula.
...Still I'm gonna miss you"
1 de jun. de 2006
Sopa, TV e teaser
E na novela das oito:
Pobre coitada: O senhor me alivia muito! Enfim alguém vai fazer algo para deter aquele crápula.
Delegado: Imagina, essa é nossa obrigação! Estamos aqui para tranqüilizar e proteger a população.
Pobre coitada: Muito obrigada, delegado!
Delegado: Por nada. Mas acho que seria bom você contratar um segurança particular para proteger sua filha.
Essa é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
--

Pobre coitada: O senhor me alivia muito! Enfim alguém vai fazer algo para deter aquele crápula.
Delegado: Imagina, essa é nossa obrigação! Estamos aqui para tranqüilizar e proteger a população.
Pobre coitada: Muito obrigada, delegado!
Delegado: Por nada. Mas acho que seria bom você contratar um segurança particular para proteger sua filha.
Essa é uma obra de ficção. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.
--
Logo mais!
29 de mai. de 2006
Que rufem os tambores
"Não é o concreto e tampouco o arame do alicerce que compõe o Elevado Costa e Silva. Depois de 35 anos rasgando caminho entre prédios no miolo da cidade, ele passou a ser feito de olhares, interpretações e memórias sobre suas sombras, variação de tons cinzentos, sons, cheiros e texturas."
Minhocão: a cidade se reescreve.
Ficou lindo.
Apreensão. Últimos instantes.
Quando as coisas vão se ajeitando é porque tem que dar certo, não?
Empolgado.
Minhocão: a cidade se reescreve.
Ficou lindo.
Apreensão. Últimos instantes.
Quando as coisas vão se ajeitando é porque tem que dar certo, não?
Empolgado.
13 de mai. de 2006
You´re my guiding light...
Crescer na casa da não-tão-santíssima trindade foi determinante para moldar, a marretadas e assopros, esta massa amorfa altamente expressiva auto-proclamada Lucasof que sou. Eu, Du, mãe. Como amanhã é, no calendário oficial, dia dela, vale um post. Um longo post.
Véspera de um Dia das Mães que passarei longe, e nada mais claro em minha vida que ter a certeza de que você está sempre ao meu lado, junto, dentro, carregando e empurrando para o mundo, tudo-ao-mesmo-tempo-agora, nesse turbilhão de sentimentos e enorme coração que é.
Workaholic desde sempre, cavocava tempo para ser uma motheraholic. Carregando a mim e ao Du junto para o trabalho, sair correndo, fazer o almoço, comer com a gente e voltar para os negócios. Dar um pulinho na escola nos dias de festas dedicadas a você (“A mamãe não pode ficar muito, mas veio dar um beijo e te ama apertadinho”). Organizar e executar festas de aniversário, almoços, acampamentos e tardes na piscina de casa, com todos os mimos possíveis e nunca sabendo direito o nome dos meus amigos (“Só os de sempre, os outros eu confundo mesmo”).
Seus nãos, bem como os sims, nunca eram decisivos e imutáveis. Tudo era negociável e flexível, se bem justificado. Com os valores sugeridos e bem absorvidos, sempre fiz tudo que quis (“Eu sonhava em fazer essas coisas quando era pequena. Como vou falar não agora? Vá, mas tenha juízo! Lembre de tudo que a mamãe sempre falou”). Por isso sou mimado assim.
As explicações e conversas sobre sexo, drogas e rock´n roll, ousadas aqui, ingênuas ali (“Luquinhas, não me vá tomar bola ou empinar um! Me desespera imaginar um de vocês sendo drogueiro”), mas sempre sinceras e que, sabe lá Deus como, funcionaram muito bem.
Não é difícil lhe deixar chocada. Basta que um de nós saia dois milímetros das margens de indefectibilidade que você arregala os olhos. Ainda que desgostando, luta, algumas vezes desfazendo seus dogmas, para entender as coisas e ver que tudo continua, não havia tanto motivo para alarde.
As broncas mais surreais, os tapas de efeito moral, que nem pensavam em estalar na pele mas doíam na alma (“Olha as coisas que vocês aprontam. To arrasada”) . Os olhares de repreensão, para botar limites. As infinitas conversas para resolver entraves, o seu aprender a se redimir.
As pajelanças nos momentos de doença. Operou o siso? Faz bochecho com Guaçatonga. Dor de barriga? Um chazinho. Indigestão? Boldo. Dor de cabeça? Deitadinha no escuro.
O abraço mais acolhedor, o beijo mais gostoso. O único contato tátil para o qual não tenho ressalvas. Saber como estou só de ouvir o meu alô, ainda que haja 15.000 km de distância entre nós (“Filho?! Você está doente? Vou aí agora!”). Só de me olhar (“Conte para a mamãe, o que está acontecendo? Venha aqui, vamos conversar”).
Como nos apresenta para os amigos: quem somos e o que já conquistamos (“Esse é o Dedé, ele é doutorando em história, tem livro e tudo, e o mais novo é o meu Lulo, editor no iG, aquele da internet”).
As incursões no mundo da musculação, Pilates (“To podre! É um estica aqui, puxa dali. Mas já sinto a barriga mais firminha”), do tomara-que-caia (“Ainda me sinto um pouco pelada com os ombros assim tão de fora”), da internet (“A amiga da sua avó, de 70 e poucos anos, pediu meu e-mail. Não tem como eu ficar de fora...E como mesmo eu aceito alguém no orkut?”) e mensagens pelo celular (“Ai, to adorando!”).
Seus 40 anos de trabalho guerreiro, firme, na mesma empresa, para nos proporcionar sempre do bom e do melhor, seus 30 anos de carta (“Sem bater nem tomar nenhuma multa”), seu trabalho voluntário (“Faz 10 anos que eu faço feijoada para mais de 300 pessoas”), seus dados e contabilidades (Vocês querem parar? Isso foi provado cientificamente!). Suas pequeninices, meninices, fragilidades, grandiosidades e força.
“Crescer dói, Luquinhas”. E ainda assim você sempre fez de tudo para parecer fácil. Peitou o mundo, abdicou da mulher que agora está, a duras penas, aprendendo a retomar, de vontades, rugiu e protegeu as crias que agora estão soltas pelo mundo, não vendo a hora de correr para o seu colo quando podem. Crescer dói, às vezes bastante. Mas eu vou, firme, porque sei que você está aí. E você vai, porque eu e o Du estamos aqui e a vó está lá em cima, olhando pela “coruja” dela.
Não, mamã. Você nunca está longe. É sempre a voz na minha cabeça, a mão que me guia, me ilumina, me dá rumo. É quem me liga bem de manhã quando estou de plantão no fim de semana. Minha vida, meu espetááááculo (“Minhas amigas sempre riem de você falando isso na minha caixa postal”).
Um beijo enorme, te amo apertadinho,
Lu
Véspera de um Dia das Mães que passarei longe, e nada mais claro em minha vida que ter a certeza de que você está sempre ao meu lado, junto, dentro, carregando e empurrando para o mundo, tudo-ao-mesmo-tempo-agora, nesse turbilhão de sentimentos e enorme coração que é.
Workaholic desde sempre, cavocava tempo para ser uma motheraholic. Carregando a mim e ao Du junto para o trabalho, sair correndo, fazer o almoço, comer com a gente e voltar para os negócios. Dar um pulinho na escola nos dias de festas dedicadas a você (“A mamãe não pode ficar muito, mas veio dar um beijo e te ama apertadinho”). Organizar e executar festas de aniversário, almoços, acampamentos e tardes na piscina de casa, com todos os mimos possíveis e nunca sabendo direito o nome dos meus amigos (“Só os de sempre, os outros eu confundo mesmo”).
Seus nãos, bem como os sims, nunca eram decisivos e imutáveis. Tudo era negociável e flexível, se bem justificado. Com os valores sugeridos e bem absorvidos, sempre fiz tudo que quis (“Eu sonhava em fazer essas coisas quando era pequena. Como vou falar não agora? Vá, mas tenha juízo! Lembre de tudo que a mamãe sempre falou”). Por isso sou mimado assim.
As explicações e conversas sobre sexo, drogas e rock´n roll, ousadas aqui, ingênuas ali (“Luquinhas, não me vá tomar bola ou empinar um! Me desespera imaginar um de vocês sendo drogueiro”), mas sempre sinceras e que, sabe lá Deus como, funcionaram muito bem.
Não é difícil lhe deixar chocada. Basta que um de nós saia dois milímetros das margens de indefectibilidade que você arregala os olhos. Ainda que desgostando, luta, algumas vezes desfazendo seus dogmas, para entender as coisas e ver que tudo continua, não havia tanto motivo para alarde.
As broncas mais surreais, os tapas de efeito moral, que nem pensavam em estalar na pele mas doíam na alma (“Olha as coisas que vocês aprontam. To arrasada”) . Os olhares de repreensão, para botar limites. As infinitas conversas para resolver entraves, o seu aprender a se redimir.
As pajelanças nos momentos de doença. Operou o siso? Faz bochecho com Guaçatonga. Dor de barriga? Um chazinho. Indigestão? Boldo. Dor de cabeça? Deitadinha no escuro.
O abraço mais acolhedor, o beijo mais gostoso. O único contato tátil para o qual não tenho ressalvas. Saber como estou só de ouvir o meu alô, ainda que haja 15.000 km de distância entre nós (“Filho?! Você está doente? Vou aí agora!”). Só de me olhar (“Conte para a mamãe, o que está acontecendo? Venha aqui, vamos conversar”).
Como nos apresenta para os amigos: quem somos e o que já conquistamos (“Esse é o Dedé, ele é doutorando em história, tem livro e tudo, e o mais novo é o meu Lulo, editor no iG, aquele da internet”).
As incursões no mundo da musculação, Pilates (“To podre! É um estica aqui, puxa dali. Mas já sinto a barriga mais firminha”), do tomara-que-caia (“Ainda me sinto um pouco pelada com os ombros assim tão de fora”), da internet (“A amiga da sua avó, de 70 e poucos anos, pediu meu e-mail. Não tem como eu ficar de fora...E como mesmo eu aceito alguém no orkut?”) e mensagens pelo celular (“Ai, to adorando!”).
Seus 40 anos de trabalho guerreiro, firme, na mesma empresa, para nos proporcionar sempre do bom e do melhor, seus 30 anos de carta (“Sem bater nem tomar nenhuma multa”), seu trabalho voluntário (“Faz 10 anos que eu faço feijoada para mais de 300 pessoas”), seus dados e contabilidades (Vocês querem parar? Isso foi provado cientificamente!). Suas pequeninices, meninices, fragilidades, grandiosidades e força.
“Crescer dói, Luquinhas”. E ainda assim você sempre fez de tudo para parecer fácil. Peitou o mundo, abdicou da mulher que agora está, a duras penas, aprendendo a retomar, de vontades, rugiu e protegeu as crias que agora estão soltas pelo mundo, não vendo a hora de correr para o seu colo quando podem. Crescer dói, às vezes bastante. Mas eu vou, firme, porque sei que você está aí. E você vai, porque eu e o Du estamos aqui e a vó está lá em cima, olhando pela “coruja” dela.
Não, mamã. Você nunca está longe. É sempre a voz na minha cabeça, a mão que me guia, me ilumina, me dá rumo. É quem me liga bem de manhã quando estou de plantão no fim de semana. Minha vida, meu espetááááculo (“Minhas amigas sempre riem de você falando isso na minha caixa postal”).
Um beijo enorme, te amo apertadinho,
Lu
11 de mai. de 2006
"Guess it's just another dream...
A coisa mais inesperada acontece. Ao melhor estilo “uma nave extraterrestre desceu na minha sacada, eu jantei com ETs e depois eles partiram, de barriga cheia”.
Mexe com tudo, com toda a estrutura dessa minha vida cansada. Dá-lhe remoer, repensar, refletir, rememorar, redefinir. Re.
E sonhar.
E quebrar a cara.
E achar tudo isso uma delícia. E.
Alguns valores mudam, alguns dogmas são desfeitos.
O mouse vai para mão esquerda!
A adaptação tem sido rápida. Alguns movimentos mais precisos ainda são difíceis, mas to insistindo.
Por enquanto não me sinto mais inteligente, nem mais ágil. Espero que eu seja, ao menos, um velhinho sem Alzheimer.
Tomara que eu seja um velhinho. Para roubar os suspensórios do meu irmão.
--
Enquanto isso, msn, com o nick “Lucasof - fanático religioso pseudo-neo-pentecostal”:
Vamos casar e viajar de lua de mel num conversível, com essa música tocando...
...That's slipping away
Each time I fall asleep
It seems I'm just drifting away
Just as yo have touched my heart
Babe, I wake and we're apart
Yeah, and it's slipping away"
Mexe com tudo, com toda a estrutura dessa minha vida cansada. Dá-lhe remoer, repensar, refletir, rememorar, redefinir. Re.
E sonhar.
E quebrar a cara.
E achar tudo isso uma delícia. E.
Alguns valores mudam, alguns dogmas são desfeitos.
O mouse vai para mão esquerda!
A adaptação tem sido rápida. Alguns movimentos mais precisos ainda são difíceis, mas to insistindo.
Por enquanto não me sinto mais inteligente, nem mais ágil. Espero que eu seja, ao menos, um velhinho sem Alzheimer.
Tomara que eu seja um velhinho. Para roubar os suspensórios do meu irmão.
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Enquanto isso, msn, com o nick “Lucasof - fanático religioso pseudo-neo-pentecostal”:
Vamos casar e viajar de lua de mel num conversível, com essa música tocando...
...That's slipping away
Each time I fall asleep
It seems I'm just drifting away
Just as yo have touched my heart
Babe, I wake and we're apart
Yeah, and it's slipping away"
9 de mai. de 2006
Cinco de Mayo
Pensei um sem fim de vezes em escrever sobre a Batalha de Puebla no dia 5 de maio. O dia passou, eu esqueci e o charme da lembrança acabou. Em resumo muito sucinto, tratou-se de uma grande vitória mexicana durante a Segunda intervenção francesa no México, em 1862, comemorada todos os anos no feriado de Cinco de Mayo. Outra história que reforça o orgulho patriótico dos mexicanos.
--
Quando um amigo teimou comigo que as pessoas liam os textos em blogs e flogs, fizemos uma aposta. Eu escrevi um monte de palavrões ao contrário no meu, apostando que nenhuma pessoa iria notar e aguardamos comentários. Ninguém achou estranho, ninguém comentou nada que não os genéricos de sempre.
A partir daí comecei a escrever as coisas ao contrário. Escrevia a frase do jeito certo e ia, letra por letra, reescrevendo ao contrário. Depois de um tempo comecei a fazer de cabeça, direto. Hoje é automático.
E agora me aparecem com os cartazes de “icniV ad ogidòC O”. Nhé.
--
Ontem, seguindo dica de minha editora-chefe para “abrir novos caminhos para as sinapses”, mudei o mouse de mão.
Meus neurônios são uns tapados! Os dedos mexem involuntariamente, uma mão quer se sobrepor a outra, uma confusão.
Seguindo a linha do dono, resistem a mudanças físicas. Vamos ver se acostumo. Novidades em breve.
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Quando um amigo teimou comigo que as pessoas liam os textos em blogs e flogs, fizemos uma aposta. Eu escrevi um monte de palavrões ao contrário no meu, apostando que nenhuma pessoa iria notar e aguardamos comentários. Ninguém achou estranho, ninguém comentou nada que não os genéricos de sempre.
A partir daí comecei a escrever as coisas ao contrário. Escrevia a frase do jeito certo e ia, letra por letra, reescrevendo ao contrário. Depois de um tempo comecei a fazer de cabeça, direto. Hoje é automático.
E agora me aparecem com os cartazes de “icniV ad ogidòC O”. Nhé.
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Ontem, seguindo dica de minha editora-chefe para “abrir novos caminhos para as sinapses”, mudei o mouse de mão.
Meus neurônios são uns tapados! Os dedos mexem involuntariamente, uma mão quer se sobrepor a outra, uma confusão.
Seguindo a linha do dono, resistem a mudanças físicas. Vamos ver se acostumo. Novidades em breve.
8 de mai. de 2006
Tudo flui
"Para todos nós, em algum momento, nossa existência se revela como alguma coisa de particular, intransferível e preciosa. Quase sempre esta revelação se situa na adolescência. A descoberta de nós mesmos se manifesta como um saber que estamos sós; entre o mundo e nós surge uma impalpável, transparente muralha: a da nossa consciência.
É verdade que, mal nascemos, sentimo-nos sós; mas as crianças e os adultos podem transcender a sua solidão e esquecer-se de si mesmos por meio da brincadeira ou do trabalho. Em compensação, o adolescente, vacilante entre a infância e a juventude, fica suspenso um instante diante da infinita riqueza do mundo.
O adolescente se assombra com o ser. E ao pasmo segue-se a reflexão: inclinado para o rio de sua consciência pergunta-se se este rosto que aflora lentamente das profundezas, deformado pela água, é o seu. A singularidade de ser – mera sensação na criança – transforma-se em problema e pergunta, em consciência inquisidora."
Octavio Paz, O Labirinto da Solidão e Post Scriptum
--
Agonia e êxtase.
Adorando o frio.
Fondue?
É verdade que, mal nascemos, sentimo-nos sós; mas as crianças e os adultos podem transcender a sua solidão e esquecer-se de si mesmos por meio da brincadeira ou do trabalho. Em compensação, o adolescente, vacilante entre a infância e a juventude, fica suspenso um instante diante da infinita riqueza do mundo.
O adolescente se assombra com o ser. E ao pasmo segue-se a reflexão: inclinado para o rio de sua consciência pergunta-se se este rosto que aflora lentamente das profundezas, deformado pela água, é o seu. A singularidade de ser – mera sensação na criança – transforma-se em problema e pergunta, em consciência inquisidora."
Octavio Paz, O Labirinto da Solidão e Post Scriptum
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Agonia e êxtase.
Adorando o frio.
Fondue?
5 de mai. de 2006
Ode ao água de tomate
Mais uma incursão multimídia neste retrógrado espaço. Influências do trabalho.
Sem Início Nem Fim – Parte III
http://www.youtube.com/watch?v=vDaKILmkRoQ
--
A vida estava corrida, truncada. A auto-estima destruída. Até o domingo, seguido do feriado na segunda. A auto-estima foi aos céus e a vida ficou, ainda que mais corrida, leve, colorida e agradável.
...suspiro...
“Tão longe, de mim distante,onde irá, onde irá teu pensamento...”
Hoje a noite é de saudades.
E Minhocão, claro.
Sem Início Nem Fim – Parte III
http://www.youtube.com/watch?v=vDaKILmkRoQ
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A vida estava corrida, truncada. A auto-estima destruída. Até o domingo, seguido do feriado na segunda. A auto-estima foi aos céus e a vida ficou, ainda que mais corrida, leve, colorida e agradável.
...suspiro...
“Tão longe, de mim distante,onde irá, onde irá teu pensamento...”
Hoje a noite é de saudades.
E Minhocão, claro.
3 de mai. de 2006
Please allow me to introduce myself…
Se o parente do dicionário Aurélio pode abrir sua intimidade em uma revista, justo que Lucasof escancare sua insignificante intimidade assassinando a gramática neste espaço.
PH Amorim ao telefone: “Diz pra ele que é mais importante falar comigo, que estou no iG e tenho 1.7 milhões de unique visitors por dia, do que com Folha e Estado juntos”.
Eu gosto assim! Bota o bilau na mesa e cospe na cara que é fodão mesmo! Inveja.
Sobre o fim de semana mais feriado, teve tudo de melhor na integralidade dessa vida semi-desnatada. Vai demorar para algum outro bater esse em audiência! Ótimo, surreal, agradável, diverso, empolgante, novo, inesperado, carinhoso...completo. E com minha primeira empreitada na home do iG. O poder nas mãos do povo!
Humor do dia por Padre Antônio Viera, no Sermão pelo bom sucesso (mas que suceeeesssso) das armas de Portugal contra as da Holanda: ecce nunc in pulvere dormiam, et si mane me quaesieris, non subsistam.
Por ora é isso. Só para não juntar pó.
…I'm a man of wealth and taste!
PH Amorim ao telefone: “Diz pra ele que é mais importante falar comigo, que estou no iG e tenho 1.7 milhões de unique visitors por dia, do que com Folha e Estado juntos”.
Eu gosto assim! Bota o bilau na mesa e cospe na cara que é fodão mesmo! Inveja.
Sobre o fim de semana mais feriado, teve tudo de melhor na integralidade dessa vida semi-desnatada. Vai demorar para algum outro bater esse em audiência! Ótimo, surreal, agradável, diverso, empolgante, novo, inesperado, carinhoso...completo. E com minha primeira empreitada na home do iG. O poder nas mãos do povo!
Humor do dia por Padre Antônio Viera, no Sermão pelo bom sucesso (mas que suceeeesssso) das armas de Portugal contra as da Holanda: ecce nunc in pulvere dormiam, et si mane me quaesieris, non subsistam.
Por ora é isso. Só para não juntar pó.
…I'm a man of wealth and taste!
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