Por que eu consigo discutir com a Fê sobre Lynch e não brigar? Algumas coisas são tão mais simples. Ou deveriam. Não gosto de feijão e arroz porque não me apetece. Experimento? Vez ou outra. Não acho tão ruim, mas prefiro não. Que tem?
E você com as colunas sociais?
Além das TATU, quem mais já desassumiu publicamente sua homossexualidade? Não falo sobre rumores. Não gosto delas também.
Cansado. Feliz.
Ganhei presente do meu irmão e da minha cunhada hoje, porque fui contratado. O livro Sozinho na Cozinha, com um cartãozinho:
“Para um homem solteiro, independente, empregado, de bom gosto, com muitos amigos e um salário digno!
Parabéns, acreditamos muito em você!
Beijos com carteira assinada,
Du e Lin”
Alguém topa jantinha em casa, com gororobas manufaturadas por este que lhes escreve (vez ou outra, é verdade)?
“My funny valentine
Sweet comic valentine
You make me smile with my heart
Your looks are laughable
Unphotographable
Yet you’re my favourite work of art
Is your figure less than greek
Is your mouth a little weak
When you open it to speak
Are you smart?
But don’t you change one hair for me
Not if you care for me
Stay little valentine stay
Each day is valentine’s day”
My Funny Valentine – Com Chat Baker, se lhe agrada.
Só.
15 de fev. de 2006
9 de fev. de 2006
Silenzio, no hay banda...
Acabei de assistir ainda outra vez no Telecine Cult – porque todo mundo quer ser – o filme Mulholland Dr, aka Cidade dos Sonhos (não, Lucasof. Rua das Ilusões é 8 Mile. Que também não é The Green Mile) do David Lynch.
Continuo achando muito parecido comigo: um conglomerado de coisas que ignora a linearidade temporal, “polvilhada por flashbacks e flashforwards, visões, pesadelos, sonhos dentro de sonhos e abstrações sem aparente resolução” que culmina em um exibicionismo nonsense.
Tudo bem, eu exijo que um filme não gere estranheza e dúvida, mas aceito sem franzir as sobrancelhas a abstração da música.
Se eu não entendi? É provável. Assumir isso? Jamais!
“Quero que pense e pare de bancar o espertinho. Você pode fazer isso por mim?”
O que o filme tem de bom, indubitavelmente, é o Angelo Badalamenti. Além da trilha sonora, ele mostra as abençoadas orelhas afinadas e manda ver no papel de Luigi Castigliane. No curriculum carrega o som de The Beach, Twin Peaks, Blue Velvet (muuuiiitttoo bons)...e Dark Water, do Walter Salles.
E a Globo vai re-reprisar No Vale a Pena Ver de Novo de Novo a terrível novela A Viagem, com o ator chato Guilherme Fontes, do imaginário filme Chatô. Além da audiência que promete para o horário dona-de-casa-fã-do-Chico-Xavier-criança-que-não-tem-o-que-fazer-e-nem-tv-a-cabo, deve gerar alguma receita com os direitos de imagem para os membros do elenco.
Espero que isso o ajude a devolver os R$ 35 milhões que deve aos cofres da União.
…il n'ya pas d'orchestra. It's only a tape.
Continuo achando muito parecido comigo: um conglomerado de coisas que ignora a linearidade temporal, “polvilhada por flashbacks e flashforwards, visões, pesadelos, sonhos dentro de sonhos e abstrações sem aparente resolução” que culmina em um exibicionismo nonsense.
Tudo bem, eu exijo que um filme não gere estranheza e dúvida, mas aceito sem franzir as sobrancelhas a abstração da música.
Se eu não entendi? É provável. Assumir isso? Jamais!
“Quero que pense e pare de bancar o espertinho. Você pode fazer isso por mim?”
O que o filme tem de bom, indubitavelmente, é o Angelo Badalamenti. Além da trilha sonora, ele mostra as abençoadas orelhas afinadas e manda ver no papel de Luigi Castigliane. No curriculum carrega o som de The Beach, Twin Peaks, Blue Velvet (muuuiiitttoo bons)...e Dark Water, do Walter Salles.
E a Globo vai re-reprisar No Vale a Pena Ver de Novo de Novo a terrível novela A Viagem, com o ator chato Guilherme Fontes, do imaginário filme Chatô. Além da audiência que promete para o horário dona-de-casa-fã-do-Chico-Xavier-criança-que-não-tem-o-que-fazer-e-nem-tv-a-cabo, deve gerar alguma receita com os direitos de imagem para os membros do elenco.
Espero que isso o ajude a devolver os R$ 35 milhões que deve aos cofres da União.
…il n'ya pas d'orchestra. It's only a tape.
7 de fev. de 2006
Sounds os Silence
Hoje e ontem e amanhã não estou com vontade.
Então, vamos de Mônica Horta: "Hoje o amor pode fazer exigências contraditórias. Você sonhará com alguém que ao mesmo tempo desafie a sua inteligência e atenda à sua necessidade de carinho e aconchego..."
"All alone but too afraid to love..." - Andrew Strong
Riso descontrolado.
postpartum blues
Adendo: "O traço do amor que os une e o depoimento do seu irmão foram para tocar pedras empedernidas. Se seu irmão tivesse feito o mesmo discurso diante de Pilatos, Cristo e Barrabás há dois milênios, com certeza todos os judeus teriam se convertido e Cristo não teria morrido"
Leandro Karnal, chefe do departamento de História da Unicamp
Então, vamos de Mônica Horta: "Hoje o amor pode fazer exigências contraditórias. Você sonhará com alguém que ao mesmo tempo desafie a sua inteligência e atenda à sua necessidade de carinho e aconchego..."
"All alone but too afraid to love..." - Andrew Strong
Riso descontrolado.
postpartum blues
Adendo: "O traço do amor que os une e o depoimento do seu irmão foram para tocar pedras empedernidas. Se seu irmão tivesse feito o mesmo discurso diante de Pilatos, Cristo e Barrabás há dois milênios, com certeza todos os judeus teriam se convertido e Cristo não teria morrido"
Leandro Karnal, chefe do departamento de História da Unicamp
31 de jan. de 2006
É tudo mentira...
Caso todo o estudo proposto no post anterior falhe, o que é praticamente impossível, desengavete rapidamente o plano B: a vida paralela.
Todo mundo tem um ser, à sua imagem e semelhança, que habita um imaginário - mas não tão distante - mundo perfeito. É aquele astro de rock que toca guitarra descomunalmente bem enquanto você manda um air guittar de cueca na frente do espelho, ou aquele que foi diversas vezes a Paris, só para espairecer, enquanto você enche a cara sozinho no boteco xexelento da esquina.
Com o devido embasamento, apodere-se das histórias dos outros e conte-as com você no lugar do protagonista. Invente fatos mirabolantes, que beiram o incrível, e salpique detalhes ínfimos para não gerar desconfiança.
Decore alguns nomes de lugares, pesquise cafés e dicas de cada cidade. Veja muitas, muitas fotos.
Fale sempre com naturalidade. Diga que não vai ao show dos Stones porque já assistiu a diversos em outros países. E quem aqui não tem dinheiro e se borra de medo do Rio?
Melhor: tranque-se na sua casa, assista pela televisão, de olho nos detalhes, claro. Leia todos os jornais no dia seguinte e "retorne" para sua cidade feliz e jubilado por tê-los visto ao vivo.
Não esqueça das vezes que experimentou taças e mais taças de Chateau Latour de diversas safras, em uma degustação vertical, e dirigiu um BMW Z4 a mais de 250km/h em Interlagos. Tudo graças a alguns amigos incríveis e desmiolados que você tem.
Ah, já pulou de bungee jumping e achou bem menos emocionante que saltar de pára-quedas.
Tudo pode seu outro eu. Aposente essa lástima com a qual todo mundo convive e seja possuído por este incrível e multifacetado ser.
Minta e acredite na mentira, porque assim ela logo vira verdade. Floreie, acrescente, dê um toque de arte e classe em suas histórias.
Afinal, quem é que classifica o que é ou não verdade?
...e daí?
Todo mundo tem um ser, à sua imagem e semelhança, que habita um imaginário - mas não tão distante - mundo perfeito. É aquele astro de rock que toca guitarra descomunalmente bem enquanto você manda um air guittar de cueca na frente do espelho, ou aquele que foi diversas vezes a Paris, só para espairecer, enquanto você enche a cara sozinho no boteco xexelento da esquina.
Com o devido embasamento, apodere-se das histórias dos outros e conte-as com você no lugar do protagonista. Invente fatos mirabolantes, que beiram o incrível, e salpique detalhes ínfimos para não gerar desconfiança.
Decore alguns nomes de lugares, pesquise cafés e dicas de cada cidade. Veja muitas, muitas fotos.
Fale sempre com naturalidade. Diga que não vai ao show dos Stones porque já assistiu a diversos em outros países. E quem aqui não tem dinheiro e se borra de medo do Rio?
Melhor: tranque-se na sua casa, assista pela televisão, de olho nos detalhes, claro. Leia todos os jornais no dia seguinte e "retorne" para sua cidade feliz e jubilado por tê-los visto ao vivo.
Não esqueça das vezes que experimentou taças e mais taças de Chateau Latour de diversas safras, em uma degustação vertical, e dirigiu um BMW Z4 a mais de 250km/h em Interlagos. Tudo graças a alguns amigos incríveis e desmiolados que você tem.
Ah, já pulou de bungee jumping e achou bem menos emocionante que saltar de pára-quedas.
Tudo pode seu outro eu. Aposente essa lástima com a qual todo mundo convive e seja possuído por este incrível e multifacetado ser.
Minta e acredite na mentira, porque assim ela logo vira verdade. Floreie, acrescente, dê um toque de arte e classe em suas histórias.
Afinal, quem é que classifica o que é ou não verdade?
...e daí?
25 de jan. de 2006
Viva o Kitsch...
É fácil ter sucesso e tornar-se um referencial. Mas talvez não seja para qualquer um, por um simples motivo: é preciso ter uma cara segura e certa. Nada de semblante macambúzio ou olhinhos de quem titubeia. Vista-se de onipotência e vamos lá! Depois, basta saber cinco coisas sobre assuntos chaves. Aqueles dos quais todo mundo fala onde e quando quer que seja.
Saiba o nome de grandes escritores, de países diferentes e os livros que escreveram. Calma, não precisa ler. Mas memorize o assunto, a época e o personagem principal. É sempre bom conhecer a marginália, a vanguarda da literatura, quem vem e a que vem – isso você encontra facilmente em cadernos de resenhas – e decorar uns dois poemas para ocasiões ligeiramente piegas.
Faça o mesmo com a moda. Estilistas famosos, iniciantes, irreverentes. Cinco nomes de tecidos, cinco modelos de roupas.
Com pintores. Nomes que são ícones, um quadro de cada. Técnicas mais pedidas (tudo bem, pode saber apenas duas, porque ninguém sabe mais do que isso), Escolas e temáticas. A lógica também pode ser inversa: parta dos quadros e vá até os pintores.
Esse sistema é infinito e facilmente adptável. Serve para bebidas, carros, esportes, cinema, entretenimento, moda (hoje em dia, moda é uma das mais aclamadas formas de expressão artística, oras), palavras e expressões de outras línguas (crème de la crème, avant garde, beatnik), astrologia, astronomia, alergia, agronomia...
Jamais diga que não entendeu algo! Quando não gostar, adjetive negativamente, de maneira sutil, mas nunca despreze. Diga frases como “a arte, às vezes, é apenas para quem faz”, “devemos notar as sutilezas”, “ah, mas há muitas coisas implícitas”, “note as entrelinhas”, “hoje parece tosco e ordinário, como diz a crítica – nunca você! – mas logo será aclamado como genial e ousado”, e por aí adiante.
Imagine-se tomando um Dry Martini com amigos e dizendo que aquela luminosidade típica da Toscana faz com que você sinta-se imerso no universo de Fellini. Dê um gole e mude de assunto, porque todo seu conhecimento sobre Itália, bebidas e cinema acaba aí. Mas quem sabe disso? Enjoy, mon charmant petit ami.
Momento de tensão: não sabe absolutamente nada sobre o assunto em pauta (todo mundo está sujeito a esse terrível momento)? Nada de suar frio ou fazer cara de São Sebastião tomado por flechas. Dissimule, mude de assunto, faça cara de enfado, aposte no blasé básico.
A mensagem é escrita? Que o Senhor bendiga o Google e o Word.
Ouse citar o Pequeno Príncipe e alguém lhe dará um tapa – de luva de pelica – na cara. Ditados populares causam asco. Deixe a função de Sábio da Folhinha para outro. Ande sempre como se fosse o mais feliz do mundo e estivesse em um eterno desfile. Um brinde (e nada de fazer “tim-tim”) ao reconhecimento de uma farsa brilhante.
Afinal, quem garante que foi mesmo Leonardo quem pintou a Monalisa?
...de alho-poró com queijo. Não? Errei? Sorria, charmoso, e diga quão salutar é um gracejo para descontrair. Arrivederci.
Saiba o nome de grandes escritores, de países diferentes e os livros que escreveram. Calma, não precisa ler. Mas memorize o assunto, a época e o personagem principal. É sempre bom conhecer a marginália, a vanguarda da literatura, quem vem e a que vem – isso você encontra facilmente em cadernos de resenhas – e decorar uns dois poemas para ocasiões ligeiramente piegas.
Faça o mesmo com a moda. Estilistas famosos, iniciantes, irreverentes. Cinco nomes de tecidos, cinco modelos de roupas.
Com pintores. Nomes que são ícones, um quadro de cada. Técnicas mais pedidas (tudo bem, pode saber apenas duas, porque ninguém sabe mais do que isso), Escolas e temáticas. A lógica também pode ser inversa: parta dos quadros e vá até os pintores.
Esse sistema é infinito e facilmente adptável. Serve para bebidas, carros, esportes, cinema, entretenimento, moda (hoje em dia, moda é uma das mais aclamadas formas de expressão artística, oras), palavras e expressões de outras línguas (crème de la crème, avant garde, beatnik), astrologia, astronomia, alergia, agronomia...
Jamais diga que não entendeu algo! Quando não gostar, adjetive negativamente, de maneira sutil, mas nunca despreze. Diga frases como “a arte, às vezes, é apenas para quem faz”, “devemos notar as sutilezas”, “ah, mas há muitas coisas implícitas”, “note as entrelinhas”, “hoje parece tosco e ordinário, como diz a crítica – nunca você! – mas logo será aclamado como genial e ousado”, e por aí adiante.
Imagine-se tomando um Dry Martini com amigos e dizendo que aquela luminosidade típica da Toscana faz com que você sinta-se imerso no universo de Fellini. Dê um gole e mude de assunto, porque todo seu conhecimento sobre Itália, bebidas e cinema acaba aí. Mas quem sabe disso? Enjoy, mon charmant petit ami.
Momento de tensão: não sabe absolutamente nada sobre o assunto em pauta (todo mundo está sujeito a esse terrível momento)? Nada de suar frio ou fazer cara de São Sebastião tomado por flechas. Dissimule, mude de assunto, faça cara de enfado, aposte no blasé básico.
A mensagem é escrita? Que o Senhor bendiga o Google e o Word.
Ouse citar o Pequeno Príncipe e alguém lhe dará um tapa – de luva de pelica – na cara. Ditados populares causam asco. Deixe a função de Sábio da Folhinha para outro. Ande sempre como se fosse o mais feliz do mundo e estivesse em um eterno desfile. Um brinde (e nada de fazer “tim-tim”) ao reconhecimento de uma farsa brilhante.
Afinal, quem garante que foi mesmo Leonardo quem pintou a Monalisa?
...de alho-poró com queijo. Não? Errei? Sorria, charmoso, e diga quão salutar é um gracejo para descontrair. Arrivederci.
24 de jan. de 2006
Enquanto isso, na coluna Gloss...
E se você é ativista do PETA, não vá assistir “As Crônicas de Nárnia”. Muito casaco de pele!
Relendo latino-americanos
"O outro não existe: esta é a fé racional, a crença incurável da razão humana. Identidade = realidade, como se, afinal de contas, tudo tivesse de ser, absoluta e necessariamente, um e o mesmo. Mas o outro não se deixa eliminar; subsiste, persiste; é o osso duro de roer onde a razão perde os dentes. Abel Martín, com fé poética, não menos humana que a fé racional, acreditava no outro, na "essencial heterogeneidade do ser", como se disséssemos na incurável outridade que o um padece"
Antonio Machado, abrindo O Labirinto da Solidão.
Antonio Machado, abrindo O Labirinto da Solidão.
Encerrando esta temporada
Dos corredores da SPFW: um dos muitos aspirantes a modelo, andar cambaleante, para, arregala os olhos em frente a Costanza Pascolatto e grita: "Meus Deeeuusss, você não morreu! Me dá um beijo e um autógrafo, Bia Falcão! Eu amo a Belíssima!"
23 de jan. de 2006
A Fantástica Fábrica de EntreteniGmento
Fizemos uma enquete no iG sobre a calça “Sexy” que a Zoomp lançou na coleção passada. Os e-mails que estão me enviando sobre ela são ótimos. Sintam o gostinho (na íntegra, sem edição ou correção):
“- As vezes eu acho que estou sonhando um sonho de terror, não consigo acreditar que os seres humanos chegaram a esse ponto.
- As vezes a gente fala algumas verdades e acabam nos apontando como preconceituoso, mas no mundo da moda, quem dita as regras são os estilistas e a maior parte destes estilistas são gay ( nada contra ), e acabam ditando modas do tipo feminino para os homens usarem, ou......... até quem sabe modelitos para que os Gay suspirem quando ver um homem passar com esses tipos de calça.
- Repito novamente, eu não sou preconceituoso , mas esse tipo de calça é ridículo e só Gay é que usará, assim como eles inventaram esses penteados horroroso que os homens estão se utilizando , de colocar Pierce, brincos, tatuagem no corpo, etc..., eu só fico pedindo a Deus que me leve o mais rápido possível deste mundo, porque é ridículo alem dos seres humanos serem violentos, cruéis, ainda tenho que ver homens ou melhor, seres humanos usando tudo quanto é tranqueira, só me pergunto, cadê os valores morais e éticos que Deus nos deixou na Bíblia????
Pelo Amor de Deus, não tenho nada contra quem quer que seja, só não concordo com a forma que os seres humanos estão se prostrando no mundo atual.
Wilson Bobbio”
Veja a nota no site e mande seu e-mail!
http://delas.ig.com.br/materias/351501-352000/351517/351517_1.html
“- As vezes eu acho que estou sonhando um sonho de terror, não consigo acreditar que os seres humanos chegaram a esse ponto.
- As vezes a gente fala algumas verdades e acabam nos apontando como preconceituoso, mas no mundo da moda, quem dita as regras são os estilistas e a maior parte destes estilistas são gay ( nada contra ), e acabam ditando modas do tipo feminino para os homens usarem, ou......... até quem sabe modelitos para que os Gay suspirem quando ver um homem passar com esses tipos de calça.
- Repito novamente, eu não sou preconceituoso , mas esse tipo de calça é ridículo e só Gay é que usará, assim como eles inventaram esses penteados horroroso que os homens estão se utilizando , de colocar Pierce, brincos, tatuagem no corpo, etc..., eu só fico pedindo a Deus que me leve o mais rápido possível deste mundo, porque é ridículo alem dos seres humanos serem violentos, cruéis, ainda tenho que ver homens ou melhor, seres humanos usando tudo quanto é tranqueira, só me pergunto, cadê os valores morais e éticos que Deus nos deixou na Bíblia????
Pelo Amor de Deus, não tenho nada contra quem quer que seja, só não concordo com a forma que os seres humanos estão se prostrando no mundo atual.
Wilson Bobbio”
Veja a nota no site e mande seu e-mail!
http://delas.ig.com.br/materias/351501-352000/351517/351517_1.html
22 de jan. de 2006
Ser um homem feminino...
Bate-papo com Paula, uma das patroas, durante o plantão do fim de semana: “O iG tem alguma coisa com amendoim. Deve ser uma impotência sexual mal-resolvida. Tudo quanto é evento tem amendoim! Cumbucas, tigelas e vasilhas gigantescas de amendoim!”
SPFW: Para quem sempre disse que André Lima fazia as mulheres se vestirem com tapetes, trapos e estopa, o desfile de ontem foi um fenomenal cala-boca. Calei. Agora ele vestiu as mulheres de macumbeiras estampadas (ok, sempre as mesmas estampas) e fez um desfile incrível. Qualquer semelhança com uma parte da Neon é mera coincidência (de estampas esquizofrênicas). Mas bonitas ambas. Nesta temporada, ele sai pisando o tapete vermelho.
Eu também posso pagar de Glorinha Kalil!
Ora, façam-me um favor...
Agora vou jogar um futebolzinho e beber com os amigos.
(som de cuspida)
...não fere meu lado masculino.
Mas nada de usar saia!
SPFW: Para quem sempre disse que André Lima fazia as mulheres se vestirem com tapetes, trapos e estopa, o desfile de ontem foi um fenomenal cala-boca. Calei. Agora ele vestiu as mulheres de macumbeiras estampadas (ok, sempre as mesmas estampas) e fez um desfile incrível. Qualquer semelhança com uma parte da Neon é mera coincidência (de estampas esquizofrênicas). Mas bonitas ambas. Nesta temporada, ele sai pisando o tapete vermelho.
Eu também posso pagar de Glorinha Kalil!
Ora, façam-me um favor...
Agora vou jogar um futebolzinho e beber com os amigos.
(som de cuspida)
...não fere meu lado masculino.
Mas nada de usar saia!
21 de jan. de 2006
De Sorocaba para o mundo...
“Ícones do rock no desfile de inverno da Ellus, ontem no SPFW, a banda indie Wry ganhou destaque instantâneo no universo da moda. Nascidos em Sorocaba, no interior de São Paulo, há mais de dez anos, atualmente os rapazes moram em Londres e caíram nas graças do underground e da crítica local. Seu quarto álbum, Flames in the head, foi lançado há pouco tempo pela gravadora goiana Monstro.
http://chic.ig.com.br/materias/351501-352000/351662/351662_1.xml
In the hell of my head, que você ouve agora, faz parte do disco.”
Eu vi esses meninos crescerem!
Não, não carreguei no colo, mas tenho o primeiro cd autografado e lembro quando o Lu Marcello era técnico da “sala audiovisual” do meu colégio.
Indie hype com cor local.
...Here Comes The Wry.
http://chic.ig.com.br/materias/351501-352000/351662/351662_1.xml
In the hell of my head, que você ouve agora, faz parte do disco.”
Eu vi esses meninos crescerem!
Não, não carreguei no colo, mas tenho o primeiro cd autografado e lembro quando o Lu Marcello era técnico da “sala audiovisual” do meu colégio.
Indie hype com cor local.
...Here Comes The Wry.
19 de jan. de 2006
Indústria do entretenimento
Ontem escrevi uma matéria sobre sucos para o site Delas.com.br. Leiam dados da pesquisa que eu realizei:
“O farelo de aveia é fantástico para dar volume e fluidez fecal, além de ajudar na eliminação de gorduras nocivas como colesterol e triglicérides”.
Traduzindo para a linguagem do site:
“Amiga, seu cocô vai ficar uma beleza, um bolo lindo e firminho! Tire uma foto e mande para a redação. O mais fofo e rígido ganha uma camiseta”.
Para melhorar o trânsito intestinal, nada como dar uma buzinada antes de sair.
Jornalismo, que nada! Eu trabalho é com entreteRnimento!
E hoje tem baladiGnha. Open bar e salve a bagaceira! Adoro essa firrrma.
PS: Sobre a SPFW, só tenho a dizer que adoro dragée com Stella Artois.
“O farelo de aveia é fantástico para dar volume e fluidez fecal, além de ajudar na eliminação de gorduras nocivas como colesterol e triglicérides”.
Traduzindo para a linguagem do site:
“Amiga, seu cocô vai ficar uma beleza, um bolo lindo e firminho! Tire uma foto e mande para a redação. O mais fofo e rígido ganha uma camiseta”.
Para melhorar o trânsito intestinal, nada como dar uma buzinada antes de sair.
Jornalismo, que nada! Eu trabalho é com entreteRnimento!
E hoje tem baladiGnha. Open bar e salve a bagaceira! Adoro essa firrrma.
PS: Sobre a SPFW, só tenho a dizer que adoro dragée com Stella Artois.
18 de jan. de 2006
"Hoje o samba saiu...
Você sai e deixa a toalha molhada, o vidro de xampu ao contrário e um sem fim de sinais de sua passagem, como quem diz “eu volto logo”. E a briga das sinapses é árdua para me convencerem de que eu quero o contrário.
“Por muito tempo achei que ausência é falta
E lastimava, ignorante, a falta
Hoje não a lastimo
Não há falta na ausência
A ausência é um estar em mim
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços
Que rio e danço e invento exclamações alegres
Porque a ausência, essa ausência assimilada
Ninguém rouba mais de mim”
Ausência – Carlos Drummond de Andrade
...procurando você"
“Por muito tempo achei que ausência é falta
E lastimava, ignorante, a falta
Hoje não a lastimo
Não há falta na ausência
A ausência é um estar em mim
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços
Que rio e danço e invento exclamações alegres
Porque a ausência, essa ausência assimilada
Ninguém rouba mais de mim”
Ausência – Carlos Drummond de Andrade
...procurando você"
16 de jan. de 2006
O dia em que meu irmão atirou-se no sagrado matrimônio...
É difícil tentar colocar em algumas palavras, sem ser chato para os outros, todo o turbilhão de emoções que toma o coração numa hora dessas. O jeito foi passar algumas noites em frente ao computador, sozinho na casa de São Paulo, ao som de Two of Us, dos Beatles, para que a coisa fluísse.
Grandes eventos, por assim dizer, como o de hoje, sempre acabam fazendo com que rememoremos uma série de coisas. E lembrar do meu convívio com meu irmão é de fazer brotar um enorme sorriso.
Ele está presente nas lembranças, nos escritos, nas vontades, nas orações, na mesa de trabalho, nos momentos de raiva, nas conquistas...Em toda a minha vida.
Nós sempre fomos tidos como exemplo de relacionamento entre irmãos, mas só os que conviveram conosco sabem de fato quão grande é o amor que sentimos um pelo outro e como somos grudadinhos.
O Du foi meu nenê nas brincadeiras da infância, foi meu exemplo durante a escola, foi meu pai, papel pesado, enquanto o ator principal estava de férias, foi meu amigo e compartilhou comigo os dele, meu protetor, meu orgulho, um sem fim de adjetivos. Meu irmão.
Quando ele mudou para Campinas e deixamos, pela primeira vez, de dividir um quarto, uma casa e uma cidade, achei que as coisas poderiam esfriar. Mas não. Aprendemos a valorizar ainda mais o tempo juntos.
Foi nessa cidade, para a qual ele correu com o intuito de fazer história, em vários dos sentidos dessa expressão, que ele encontrou a Aline.
E ela, tão pequenininha, dobrou o menino que sempre bradou que não iria casar. Ao invés da megera que rouba o irmão, ela acabou sendo voluntariamente adotada como minha segunda irmã, porque o posto de primeira é da Tetê e ninguém tira.
O desenrolar disso tudo continua aqui, hoje, no casamento dos dois. Sob olhares atentos, lá do alto, da Vó Maria e do Vô Gabriel, de quem você é o penúltimo neto mais novo, e da Vó Teresa e do Vô Cássio, de quem você é o primeiro neto a se casar. Haja orgulho e sorrisos.
Da minha parte, para você, que sempre enfrentou gigantes e moinhos e conquistou o mundo para que eu fosse feliz, desejo tudo de melhor, sempre, porque eu te amo apertadinho.
Kim
14/01/2006
...eu li isso para ele.
Grandes eventos, por assim dizer, como o de hoje, sempre acabam fazendo com que rememoremos uma série de coisas. E lembrar do meu convívio com meu irmão é de fazer brotar um enorme sorriso.
Ele está presente nas lembranças, nos escritos, nas vontades, nas orações, na mesa de trabalho, nos momentos de raiva, nas conquistas...Em toda a minha vida.
Nós sempre fomos tidos como exemplo de relacionamento entre irmãos, mas só os que conviveram conosco sabem de fato quão grande é o amor que sentimos um pelo outro e como somos grudadinhos.
O Du foi meu nenê nas brincadeiras da infância, foi meu exemplo durante a escola, foi meu pai, papel pesado, enquanto o ator principal estava de férias, foi meu amigo e compartilhou comigo os dele, meu protetor, meu orgulho, um sem fim de adjetivos. Meu irmão.
Quando ele mudou para Campinas e deixamos, pela primeira vez, de dividir um quarto, uma casa e uma cidade, achei que as coisas poderiam esfriar. Mas não. Aprendemos a valorizar ainda mais o tempo juntos.
Foi nessa cidade, para a qual ele correu com o intuito de fazer história, em vários dos sentidos dessa expressão, que ele encontrou a Aline.
E ela, tão pequenininha, dobrou o menino que sempre bradou que não iria casar. Ao invés da megera que rouba o irmão, ela acabou sendo voluntariamente adotada como minha segunda irmã, porque o posto de primeira é da Tetê e ninguém tira.
O desenrolar disso tudo continua aqui, hoje, no casamento dos dois. Sob olhares atentos, lá do alto, da Vó Maria e do Vô Gabriel, de quem você é o penúltimo neto mais novo, e da Vó Teresa e do Vô Cássio, de quem você é o primeiro neto a se casar. Haja orgulho e sorrisos.
Da minha parte, para você, que sempre enfrentou gigantes e moinhos e conquistou o mundo para que eu fosse feliz, desejo tudo de melhor, sempre, porque eu te amo apertadinho.
Kim
14/01/2006
...eu li isso para ele.
11 de jan. de 2006
Minha TV? "Ela é um satélite...
Hoje saí do trabalho, deixei minha carona no lugar de encontro com seu affair (sorrindo de inveja) e fui sozinho para casa, ficar sozinho, de pantufas, assistindo sozinho Big Brother Brasil BSeis.
Oh vida triste e solitária! Alguém adota esta alma? “Antes que um aventureiro lance mão...”.
Passada a solidão, já muito bem acompanhado de uma bacia olímpica de pães de queijo, gorduras, calorias, bifídios, protídios, cálcio, ferro, fósforo e vitamina A (Danoninho vale por um bifinho), apoderei-me do maior bem do humano moderno, o controle remoto, e lá fomos nós, após mais uma mal-criação de Bia Falcão.
Tudo que tenho a dizer é: a psicóloga disse que tem um olhar diferente. Por certo que sim, já que ela é vesga.
Outra aparece dirigindo e falando no celular. Muitos pontos na carteira e multa em rede nacional.
A motoguél fora-da-lei aprendeu e dirigir com 14 anos (mas ela já é minha favorita).
BBB tripudia bom senso e Código de Trânsito.
Nessa parte a TV avisou que ia começar o Marilia Gabriela Entrevista. Maravilhas Modernas! Agendar programas via controle remoto! É por isso que acredito que o homem chegou até a Lua. Para instalar uma antena.
A entrevistada era Danuza Leão (suplente da Hebe no meu coração). Fina, chic(ééééérrrima, por Glorinha Kalil), está muito bem para a idade, mas tem uma voz salafrária de donO de botequim. Ela é incrível.
Por fim: “Enquanto sonhávamos, não parávamos de viver. Tão diferente do semi-autismo da nossa atitude diante da tela da televisão” (Anna Veronica Mautner)
Porque Lucasof é uma mão no controle e a outra virando a página!
...e só quer me amar".
Oh vida triste e solitária! Alguém adota esta alma? “Antes que um aventureiro lance mão...”.
Passada a solidão, já muito bem acompanhado de uma bacia olímpica de pães de queijo, gorduras, calorias, bifídios, protídios, cálcio, ferro, fósforo e vitamina A (Danoninho vale por um bifinho), apoderei-me do maior bem do humano moderno, o controle remoto, e lá fomos nós, após mais uma mal-criação de Bia Falcão.
Tudo que tenho a dizer é: a psicóloga disse que tem um olhar diferente. Por certo que sim, já que ela é vesga.
Outra aparece dirigindo e falando no celular. Muitos pontos na carteira e multa em rede nacional.
A motoguél fora-da-lei aprendeu e dirigir com 14 anos (mas ela já é minha favorita).
BBB tripudia bom senso e Código de Trânsito.
Nessa parte a TV avisou que ia começar o Marilia Gabriela Entrevista. Maravilhas Modernas! Agendar programas via controle remoto! É por isso que acredito que o homem chegou até a Lua. Para instalar uma antena.
A entrevistada era Danuza Leão (suplente da Hebe no meu coração). Fina, chic(ééééérrrima, por Glorinha Kalil), está muito bem para a idade, mas tem uma voz salafrária de donO de botequim. Ela é incrível.
Por fim: “Enquanto sonhávamos, não parávamos de viver. Tão diferente do semi-autismo da nossa atitude diante da tela da televisão” (Anna Veronica Mautner)
Porque Lucasof é uma mão no controle e a outra virando a página!
...e só quer me amar".
4 de jan. de 2006
Tomara que chova...
E o ano do Senhor de 2006, muito tempo após a Odisséia no Espaço, começa com Lucasof tomando um chazinho com o amigo Noé em sua ampla e aconchegante arca, cercado por um casal de cada espécie de animal.
O suvaco está um pouco mofado, o cabelo meio carepento, mas no geral tudo vai bem!
O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão, já dizia meu bom pai Antônio Conselheiro.
Minha mãe está preocupada porque alguém lhe disse que as trombetas do Apocalipse soariam quando as estações do ano se invertessem.
Acho bom todo mundo pegar um casaquinho e preparar a redenção, então.
Logo mais to de volta para a Terra da Garoa.
Haja ironia neste mundo.
Abraço, bom esse ano para todos. Muito VR, muita saúde, muito jabá, e tudo mais de bom.
...três dias sem parar!
O suvaco está um pouco mofado, o cabelo meio carepento, mas no geral tudo vai bem!
O sertão vai virar mar, o mar vai virar sertão, já dizia meu bom pai Antônio Conselheiro.
Minha mãe está preocupada porque alguém lhe disse que as trombetas do Apocalipse soariam quando as estações do ano se invertessem.
Acho bom todo mundo pegar um casaquinho e preparar a redenção, então.
Logo mais to de volta para a Terra da Garoa.
Haja ironia neste mundo.
Abraço, bom esse ano para todos. Muito VR, muita saúde, muito jabá, e tudo mais de bom.
...três dias sem parar!
29 de dez. de 2005
Retrospectiva Água de Tomate 2005
Impostem a voz que narra as coisas dentro da cabeça, façam com que ela imite a do Cid Moreira e lá vamos nós para a Retrospectiva Água de Tomate 2005:
Como eu disse no comentário que deixei no blog da Fe Fontes, a minha Lady in Red, este ano me valeu como dois. Em cujas metades descobri um rumo, um Lucas, uma vida, um sem fim de vontades e quereres; para me ver, como sempre, perdido numa imensidão. Mas, dessa vez, sinceramente feliz ao cabo de tudo!
Sentimental eu sou...
No começo o clima era de “eu vi a escuridão, eu vi o que não quis; Amei mais do que pude, eu fiquei cego de paixão”. Negligenciei faculdade, família, amigos, alma, para atirar-me no delicioso abismo da paixão doentia e mal ou não correspondida. Agora eu vejo “o amor evaporando pelos céus da Guanabara” e abraço feliz a lembrança de mais um arranhão neste coração que finge ser de pedra e só faz é trocar os pés pelas mãos e pelos nãos. Mas ele ainda palpita e precisa ser desfibrilado!
Fuga
Teve outra ida ao México, país que me surpreendeu e arrebatou, tomou meu coração logo de cara. Sou um mimado de marca maior e já rodei até que bastante por aí, mas o México conseguiu iluminar uma parte de mim como nenhum outro lugar e voltar para lá, aproveitando ao máximo (e matando aulas com autorização de pai e mãe) foi incrível.
Darwin
Foi, sem dúvida, o ano da Seleção Natural de Amigos. As coisas mudaram de uma maneira que eu não entendi muito; mas passada a peneira sobraram pessoas muito queridas e importantes, sem contar os de sempre: Quatro Cavaleiros do Apocalipse Sorocabano, os Magnatas da História e afins.
Quase gente grande
Em 2005 a energia eólica foi derrotada pelo minhocão. No cair da ficha que eu estou no último suspiro da faculdade (ligeiro medo e apreensão), meu grupo de TCC (Mc Fountains, Lemp e Yaya) me convenceu a deixar de lado e energia eólica e embarcar no impacto social do Minhocão. Ok, embarquei muitíssimo feliz tendo a fenomenal professora chilena Verônica Aravena como orientadora.
Lere lere lererererere
Consegui o tão almejado “trabalho de todo dia”, com mesa, telefone e tudo mais! Foi sob indicação do Lemp em conluio com Mc Fountains que eu entrei no iG e, entre erros e acertos, broncas e elogios, salário baixo e altos jabás eu tenho me realizado bastante profissionalmente. Cercado por nove mulheres (três chefes) em uma bancada cor de laranja.
Overdose
E sim, sim. Estudo com o Lemp e a Fe, faço TCC com os dois e trabalhamos no mesmo lugar. Já firmamos o PNAPMSC (Pacto de Não Agressão Para os Momentos de Saco Cheio). Até onde sei não houve nenhum por ora, embora Lemp odeie momentos de silêncio.
Home, where my thought's escaping...
Mudei do Adendo da Capital, o apartamento de SãoBe (do qual já falei aqui), com um ligeiro aperto no coração para tomar posse do auge do meu mimo: meu loft, minha primeira “casa própria do Baú”. É pequeno, mas a coisa mais charmosa que há. Decorado com restolhos de mobília, mais a minha maneira impossível. É o QG dos meus amigos, o que muito me alegra. Fui o primeiro e único morador do prédio por três meses. Sou um sub-sindico atuante! E das grandes e iluminadas janelas posso ver algumas árvores e o sugestivo prédio da Abril.
Revo Styller
Meu cabelo foi um capítulo a parte. Cresceu, virou um ninho, alisei, ficou uma merda, tosei, cresceu de novo e agora assumi minha verve sarará com mucho gusto. Cheio de cachos.
Família eh, família ah
Aparei arestas no relacionamento com minha mãe, que vai de vento em popa, posterguei (para variar) algumas lavagens de roupa suja com meu pai (mas como crescemos em nosso relacionamento!), alfinetei-o a torto e a direito e titubeei com meu irmão para, em uma sincera conversa a dois no último fim de semana, esclarecer tudo e retomar nossa normalidade de irmãos que se amam mais que tudo e vivem grudadinhos.
Copiado na cara dura que me é peculiar do blog da Mc, um bate-bola, jogo rápido com Marília Gabriela:
Palavra: Mudar/Medo
Música: Old Habits Die Hard (Mick Jagger), Love Genaration (Bob Sinclair), Mahler (que nomeia meu prédio), Same Old Me (Andrew Strong)
Livro: Quase Tudo (Danuza Leão), O Vôo da Madrugada (Sérgio Sant´Anna)
Show: Esse ano rendeu! Mas acho que Pearl Jam leva...“Oh with you I could never be alone”
Restaurante: Lanchonete da Cidade, Pop´s, Anquier, Crepon (obrigado, Ga). Sempre um pit-stop para comidinhas!
Viagem: México! E que venham as próximas...
Filme: Putz...Entre tantos, fico com rever Mel Brooks, como sempre. E “Um Filme Falado” é que não foi! Uurrgh!
Banda Nacional: Besouro Verde (a do irmão, né!)
Álbum: Novo dos Stones, óbvio (Valeu, Pablo)
Um lugar: Tulha (QG do TCC e das fofocas do iG), casa da mãe, minha casa.
(Re)Descobri: Algum Lucas. Um Lucas. O auto-proclamado Lucasof, que no singelo apelido abraça, enfim, heranças paternas e maternas para criar um “eu”. E Cesária Évora!
Uma loja: O Camiseiro, para viver. V-Rom (Cavaleira), para torrar.
O que mais valeu a pena: Tudo, sempre. Porque a alma, quero crer, não é pequena e “je ne regrette rien”.
Um momento: quando o RH do iG ligou falando que eu estava empregado. Um marco.
Planos para 2006: Parar de comer unha, entrar na academia e ser plenamente feliz em um namoror. Baboseeeeira, baboseira.
Uma frase: “Give me the beat boys and free my soul, I want to get lost in your rock and roll and drift away…”
O ano acaba assim: "Let it rain as I walk these streets unknown..."
Abraaaaço e feliz ano que vem para todo mundo!
Como eu disse no comentário que deixei no blog da Fe Fontes, a minha Lady in Red, este ano me valeu como dois. Em cujas metades descobri um rumo, um Lucas, uma vida, um sem fim de vontades e quereres; para me ver, como sempre, perdido numa imensidão. Mas, dessa vez, sinceramente feliz ao cabo de tudo!
Sentimental eu sou...
No começo o clima era de “eu vi a escuridão, eu vi o que não quis; Amei mais do que pude, eu fiquei cego de paixão”. Negligenciei faculdade, família, amigos, alma, para atirar-me no delicioso abismo da paixão doentia e mal ou não correspondida. Agora eu vejo “o amor evaporando pelos céus da Guanabara” e abraço feliz a lembrança de mais um arranhão neste coração que finge ser de pedra e só faz é trocar os pés pelas mãos e pelos nãos. Mas ele ainda palpita e precisa ser desfibrilado!
Fuga
Teve outra ida ao México, país que me surpreendeu e arrebatou, tomou meu coração logo de cara. Sou um mimado de marca maior e já rodei até que bastante por aí, mas o México conseguiu iluminar uma parte de mim como nenhum outro lugar e voltar para lá, aproveitando ao máximo (e matando aulas com autorização de pai e mãe) foi incrível.
Darwin
Foi, sem dúvida, o ano da Seleção Natural de Amigos. As coisas mudaram de uma maneira que eu não entendi muito; mas passada a peneira sobraram pessoas muito queridas e importantes, sem contar os de sempre: Quatro Cavaleiros do Apocalipse Sorocabano, os Magnatas da História e afins.
Quase gente grande
Em 2005 a energia eólica foi derrotada pelo minhocão. No cair da ficha que eu estou no último suspiro da faculdade (ligeiro medo e apreensão), meu grupo de TCC (Mc Fountains, Lemp e Yaya) me convenceu a deixar de lado e energia eólica e embarcar no impacto social do Minhocão. Ok, embarquei muitíssimo feliz tendo a fenomenal professora chilena Verônica Aravena como orientadora.
Lere lere lererererere
Consegui o tão almejado “trabalho de todo dia”, com mesa, telefone e tudo mais! Foi sob indicação do Lemp em conluio com Mc Fountains que eu entrei no iG e, entre erros e acertos, broncas e elogios, salário baixo e altos jabás eu tenho me realizado bastante profissionalmente. Cercado por nove mulheres (três chefes) em uma bancada cor de laranja.
Overdose
E sim, sim. Estudo com o Lemp e a Fe, faço TCC com os dois e trabalhamos no mesmo lugar. Já firmamos o PNAPMSC (Pacto de Não Agressão Para os Momentos de Saco Cheio). Até onde sei não houve nenhum por ora, embora Lemp odeie momentos de silêncio.
Home, where my thought's escaping...
Mudei do Adendo da Capital, o apartamento de SãoBe (do qual já falei aqui), com um ligeiro aperto no coração para tomar posse do auge do meu mimo: meu loft, minha primeira “casa própria do Baú”. É pequeno, mas a coisa mais charmosa que há. Decorado com restolhos de mobília, mais a minha maneira impossível. É o QG dos meus amigos, o que muito me alegra. Fui o primeiro e único morador do prédio por três meses. Sou um sub-sindico atuante! E das grandes e iluminadas janelas posso ver algumas árvores e o sugestivo prédio da Abril.
Revo Styller
Meu cabelo foi um capítulo a parte. Cresceu, virou um ninho, alisei, ficou uma merda, tosei, cresceu de novo e agora assumi minha verve sarará com mucho gusto. Cheio de cachos.
Família eh, família ah
Aparei arestas no relacionamento com minha mãe, que vai de vento em popa, posterguei (para variar) algumas lavagens de roupa suja com meu pai (mas como crescemos em nosso relacionamento!), alfinetei-o a torto e a direito e titubeei com meu irmão para, em uma sincera conversa a dois no último fim de semana, esclarecer tudo e retomar nossa normalidade de irmãos que se amam mais que tudo e vivem grudadinhos.
Copiado na cara dura que me é peculiar do blog da Mc, um bate-bola, jogo rápido com Marília Gabriela:
Palavra: Mudar/Medo
Música: Old Habits Die Hard (Mick Jagger), Love Genaration (Bob Sinclair), Mahler (que nomeia meu prédio), Same Old Me (Andrew Strong)
Livro: Quase Tudo (Danuza Leão), O Vôo da Madrugada (Sérgio Sant´Anna)
Show: Esse ano rendeu! Mas acho que Pearl Jam leva...“Oh with you I could never be alone”
Restaurante: Lanchonete da Cidade, Pop´s, Anquier, Crepon (obrigado, Ga). Sempre um pit-stop para comidinhas!
Viagem: México! E que venham as próximas...
Filme: Putz...Entre tantos, fico com rever Mel Brooks, como sempre. E “Um Filme Falado” é que não foi! Uurrgh!
Banda Nacional: Besouro Verde (a do irmão, né!)
Álbum: Novo dos Stones, óbvio (Valeu, Pablo)
Um lugar: Tulha (QG do TCC e das fofocas do iG), casa da mãe, minha casa.
(Re)Descobri: Algum Lucas. Um Lucas. O auto-proclamado Lucasof, que no singelo apelido abraça, enfim, heranças paternas e maternas para criar um “eu”. E Cesária Évora!
Uma loja: O Camiseiro, para viver. V-Rom (Cavaleira), para torrar.
O que mais valeu a pena: Tudo, sempre. Porque a alma, quero crer, não é pequena e “je ne regrette rien”.
Um momento: quando o RH do iG ligou falando que eu estava empregado. Um marco.
Planos para 2006: Parar de comer unha, entrar na academia e ser plenamente feliz em um namoror. Baboseeeeira, baboseira.
Uma frase: “Give me the beat boys and free my soul, I want to get lost in your rock and roll and drift away…”
O ano acaba assim: "Let it rain as I walk these streets unknown..."
Abraaaaço e feliz ano que vem para todo mundo!
"Maquinando"...
São 3h45 e, depois de ler mais um trecho do livro novo da Danuza, estou melancolíssimo escrevendo minha Restrospectiva 2005.
Espero que fique pronta pra amanhã.
...como diria o filho de Savater.
Espero que fique pronta pra amanhã.
...como diria o filho de Savater.
15 de dez. de 2005
Downing of the Age of Aquarius
Antes da retrospectiva águadetomate, nada como as previsões dos astros para Aquário no ano de 2006:
“Em 2006 todos os pactos precisam ser refeitos. Com Netuno no seu signo e Saturno no signo de Leão você terá a sensação que perdeu a autonomia e que todos os seus passos estão sendo determinados pelas necessidades dos seus parceiros. Se encarar essa questão com honestidade vai perceber que as escolhas sempre foram suas e que os outros só funcionaram como um espelho para as suas inseguranças. Mas se os relacionamentos vão ser complicados, a vida profissional vai ficar cada vez melhor. Sua presença vai passar uma firmeza maior do que você realmente tem, mas que vai fazer um enorme sucesso.”
Por Mônica Horta, é claro.
E que assim seja, porque eu quero mesmo é me dar bem no emprego e relacionamento bom é relacionamento trash! Vários, aliás. De uma vez só. E tenho dito!
...suspiro...
“Em 2006 todos os pactos precisam ser refeitos. Com Netuno no seu signo e Saturno no signo de Leão você terá a sensação que perdeu a autonomia e que todos os seus passos estão sendo determinados pelas necessidades dos seus parceiros. Se encarar essa questão com honestidade vai perceber que as escolhas sempre foram suas e que os outros só funcionaram como um espelho para as suas inseguranças. Mas se os relacionamentos vão ser complicados, a vida profissional vai ficar cada vez melhor. Sua presença vai passar uma firmeza maior do que você realmente tem, mas que vai fazer um enorme sucesso.”
Por Mônica Horta, é claro.
E que assim seja, porque eu quero mesmo é me dar bem no emprego e relacionamento bom é relacionamento trash! Vários, aliás. De uma vez só. E tenho dito!
...suspiro...
11 de dez. de 2005
Let it rain
E lá vai o pó cobrindo este blog novamente...
Último post foi durante um plantão. E este também o é! No iG desde 6h, esperando ansiosamente 14h, sem naaaada o que fazer, com a líder da gang do Babado sentada na posição Lat16º Long25º partindo do Trópico de Capricórnio deste que lhes escreve.
Domingo, 11 de dezembro de 2005, 13h32 e a sua revista eletrônica só vai estar no ar depois das 20h, com uma matéria sobre Le Parkour, assunto do qual EU JÁ falei em primeiríssima mão no iG Jovem: http://igjovem.ig.com.br/materias/338501-339000/338891/338891_1.html
(Lucasof) É fantástico, da idade da pedra, ao homem de plástico...
Ah uh uh ah ah uh uh ah uh uh ah uh uh ahhhhhh
Por falar em ansioso, fiquei altamente perturbado (Ah é? Perturbado, você? Não diga?) depois de ter lido o blog da Mc Fountains..."Permitir outros mundos. Permitir outras pessoas".
E fora que ela é mais uma do fã-clube "Eu leio meu horóscopo em todos os meios de comunicação possíveis e imagináveis e não nego". Mas também não sigo.
No creo, mas que hay, hay.
Só um minuto. Minha olheira comprimiu o olho esquerdo e jogou ele pra fora da órbita.
Pronto, encaixei de volta.
E no mais, isso é tudo.
Abraaaaaço
(& Let it rain, como canta Tracy Chapman)
"Let it rain
As I walk these streets unknown
To no one named
Not even myself
When I'm low
Give me hope
That help is coming
When I need it most..."
Último post foi durante um plantão. E este também o é! No iG desde 6h, esperando ansiosamente 14h, sem naaaada o que fazer, com a líder da gang do Babado sentada na posição Lat16º Long25º partindo do Trópico de Capricórnio deste que lhes escreve.
Domingo, 11 de dezembro de 2005, 13h32 e a sua revista eletrônica só vai estar no ar depois das 20h, com uma matéria sobre Le Parkour, assunto do qual EU JÁ falei em primeiríssima mão no iG Jovem: http://igjovem.ig.com.br/materias/338501-339000/338891/338891_1.html
(Lucasof) É fantástico, da idade da pedra, ao homem de plástico...
Ah uh uh ah ah uh uh ah uh uh ah uh uh ahhhhhh
Por falar em ansioso, fiquei altamente perturbado (Ah é? Perturbado, você? Não diga?) depois de ter lido o blog da Mc Fountains..."Permitir outros mundos. Permitir outras pessoas".
E fora que ela é mais uma do fã-clube "Eu leio meu horóscopo em todos os meios de comunicação possíveis e imagináveis e não nego". Mas também não sigo.
No creo, mas que hay, hay.
Só um minuto. Minha olheira comprimiu o olho esquerdo e jogou ele pra fora da órbita.
Pronto, encaixei de volta.
E no mais, isso é tudo.
Abraaaaaço
(& Let it rain, como canta Tracy Chapman)
"Let it rain
As I walk these streets unknown
To no one named
Not even myself
When I'm low
Give me hope
That help is coming
When I need it most..."
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